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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sexta-feira – Is 29,17-24 Mt 9,27-31

I Semana do Advento

Pe. Valderi da Silva

Nesta primeira sexta-feira de Advento, o Evangelho apresenta-nos três personagens: Jesus no centro da cena, e dois cegos que se aproximam cheios de fé e com o coração esperançado. Tinham ouvido falar de Jesus, da sua ternura para com os doentes e do seu poder. Isto que ouviram Dele, estes traços que o descreviam, O identificavam como o Messias. Quem melhor que Ele podia dar a visão ao seu cargo?

Os dois cegos unem-se e, em comunidade, dirigem-se ambos a Jesus. Em uníssono fazem uma oração de petição ao Enviado de Deus, ao Messias, a quem chamam “Filho de Davi”. Querem, com a sua oração, provocar a compaixão de Jesus: «Tem compaixão de nós, filho de Davi!» (Mt 9,27).

(Do comentário de Fray Josep Mª MASSANA i Mola OFM [Barcelona, Espanha])

Nos dois cegos, temos a comunidade suplicante, que espera em Jesus o Messias poderoso que pode curar nossos males, de modo especial, nossa cegueira em relação a Deus e ao mundo. É conveniente ao mundo tentar nos afastar de Jesus, pois sabe que Sua proximidade a nós, nos tirará do torpor que nos impede de ver o que o entorpecimento do pecado impede.

Jesus interpela a fé destes dois cegos: «Acreditais que eu posso fazer isso?» (Mt 9,28). A atitude de aproximarem-se do Enviado de Deus é precisamente uma demonstração de que acreditam Nele. Não é diferente a nós, que desejamos nos colocar nas mãos de Deus, Todo-poderoso. Somos muitas vezes questionados novamente se acreditamos no poder do Filho de Deus, pois é fundamental para Sua intervenção junto de nós, a fé Nele. A uma só voz, os dois cegos, fazem uma bela profissão de fé, respondendo: «Sim, Senhor» (Mt 9,28). E Jesus concede a visão àqueles que já viam pela fé. De fato, após estas profissões de fé, podemos chegar a afirmar que não eram cegos completamente, pois a visão espiritual eram-lhes muito aguçada a ponto de ver o Messias sem o sentido do corpo. Esta é a visão que utilizamos hoje, ao ver o que nossos olhos corporais não veem, nossa fé vê o que para um descrente não existe, pois não possui o sentido da fé. Acreditar é ver com os olhos do nosso interior.

Podemos hoje, cantar como no antigo Hino do século IX para o Advento:

Que os olhos dos cegos,

Até aqui fechados à luz,

Aprendam então a romper as trevas da noite

Para se abrirem à verdadeira luz. [...]

Este tempo de Advento é adequado para nós procurarmos a Jesus com um grande desejo, como fizeram os dois cegos, em união com nossos irmãos, unidos na Igreja. Com a Igreja proclamamos no Espírito Santo: «Vem, Senhor Jesus» (cf, Ap 22,17-20). Jesus vem com o seu poder de abrir completamente os olhos do nosso coração, e fazer que vejamos, que acreditemos. O Advento é um tempo forte de oração: tempo para fazer oração de petição e, sobretudo, oração de profissão de fé. Tempo de ver e de acreditar.

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