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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Terça-feira – Fl 2,5-11 Lc 14,15-24

XXXI Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

São Paulo têm uma perfeita compreensão do rebaixamento de Cristo junto a condição humana. Jesus não se anulou enquanto Deus, nem diminuiu sua condição divina uma vez que é seu próprio ser esta natureza plenamente glorificada. Mas colocou-se esta necessidade em vista do objetivo redentor, ou seja, para resgatar aquela natureza humana, imensamente inferior a Sua própria natureza, quis aparecer no mundo com a mesma natureza, algo que fez sem deixar a Sua própria. Por isso se diz rebaixamento, uma “humilhação” querida, para que pudesse convenientemente levantar aquela natureza humana caída pelo pecado.

São Paulo entende que Cristo precisou para isto, esvaziar-se de Si mesmo, no sentido de manifestar-se mais na natureza humana assumida do que na natureza divina sempre tida. Isto para que mais perfeitamente estendesse a mão ao caído para levantá-lo, já que assim, o ser humano lhe seria mais acessível.

Não estamos em pé de igualdade ao Senhor na glória e santidade, sua nobreza infinita não nos permite igualar-se no mesmo ato de humildade, mas nos permite a semelhança. Neste caso, acredito ser mais acessível o exemplo do próprio Paulo, que após conhecer a verdade revelada por Cristo, precisou cair, humilhar-se e esvaziar-se do que tinha, ou seja, de carta forma, Paulo esvaziou-se do Saulo para que começa a se erguer como Paulo, um homem glorificado por Cristo. Neste ponto é que podemos mencionar novamente a humildade como acesso a glorificação. Paulo recebeu de Deus a glória por sua humildade, começando por seu despojamento de si mesmo, para que não ele mais seja o protagonista de sua vida, mas o próprio Cristo.

Seguindo este caminho, nos encontramos com este evangelho que faz perceber claramente que é justamente este esvaziar-se de si, de sua vida que nos permiti acesso a glorificação junto de Deus.

Jesus nos conta uma pequena parábola, e nela insere todo a compreensão de despojar-se da própria vida quando é o Senhor quem nos chama para junto de Si. Na pessoa do senhor da festa, esta Deus que nos convida constantemente a fazer-se presente diante Dele, para que possamos estar eternamente com Ele na vida eterna. Os convidados para o banquete somos nós. Acontece que muitas vezes agimos como eles na história, oferecendo muitas desculpas ao Senhor para que não deixemos nossa vida, nossas coisas, para estar junto de Deus. Com muita atenção devemos perceber que se trata de despojar-se de si, esvaziar-se a semelhança de Cristo, para que possamos alcançar o que o Senhor já nos preparou.

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