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O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Bonecas para meninos para "evitar discriminação por gênero" na Suécia

Top Toy, a maior produtora de brinquedos da Suécia, encarregada da franquia Toys R Us nesse país, viu-se "obrigada" a publicar no seu catálogo publicitário imagens de meninas com brinquedos de armas e meninos com bonecas para não ser acusada de "discriminação de gênero".

Nos catálogos da Top Toy, uma menina foi apagada digitalmente de uma página com a figura da "Hello Kitty", a camiseta de outra menina, que originalmente era rosa, foi pintada de azul claro, e uma menina que tinha nos braços uma boneca de bebê foi substituída por um menino, entre outras modificações.

A loja de brinquedos sueca explicou à imprensa que tinha recebido "treinamento e guia" de uma agência auto-regulatoria de publicidade para que seus anúncios sejam de "gênero neutro".

No passado, Top Toy foi repreendida pelos reguladores publicitários por "discriminação de gênero" em um catálogo anterior, no qual aparecia um menino disfarçado de super-herói e uma menina vestida de princesa.

Em declarações recolhidas pelo jornal britânico The Daily Mail, o diretor de vendas da loja de brinquedos assinalou que "por muitos anos, vemos que o debate de gênero se tornou tão forte no mercado sueco que tivemos que nos ajustar".

"Com o novo pensamento de gênero não há nada que seja correto ou incorreto. Não é uma coisa de menino ou menina, é um brinquedo para crianças", disse.

Suécia se viu envolvida na polêmica em meados de 2011, quando foi apresentado na sua capital Estocolmo, o projeto do jardim de infância Egalia, que buscava educar os menores sem tratá-los como meninos ou meninas, para que cada um escolhesse desde pequeno sua "orientação sexual".

Nessa ocasião, a médico psiquiatra Maíta García Trovato explicou ao grupoACI que esta situação "além de ser absurda até poderia configurar uma forma de mau trato infantil" e sublinhou que "as crianças não são porquinho da índia para serem submetidas a este tipo de experimento social".

"A tentativa de introduzir a ideologia de gênero desde os primeiros anos devida é uma das estratégias desenhadas pelos promotores da mesma. No afã de ‘lutar contra os estereótipos’ esquecem coisas tão óbvias como a diferença sexual que faz a complementariedade de duas pessoas e as leva a formar um bem que todas as sociedades protegem por ser o hábitat do ser humano: a família", indicou.

A Dra. García Trovato remarcou que "a identidade sexual é a íntima convicção que todos temos de pertencer a um determinado sexo e é uma das primeiras que se estabelecem na espécie humana".

"Por que desprezá-la? Por que despertar insegurança nas crianças neste aspecto tão importante para sua vida? Com que propósito? Que classe de sociedade se busca? Além disso, e não menos grave, é lícito utilizar os pequenos para experimentos sociais?", questionou.

A psiquiatra sublinhou que "As crianças têm direitos. Os adultos, frente a elas, temos deveres. Entre outros, o de velar pela sua segurança física, mental, emocional e moral".

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*ACI/EWTN Noticias

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