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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Bento XVI: “tudo passa mas a Palavra de Deus não muda”

Em suas palavras prévias à oraçãp do Angelus, diante de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI recordou que  “tudo passa mas a Palavra de Deus não muda e perante essa cada um de nós é responsável pelo seu próprio comportamento”.

O Santo Padre destacou o caráter “escatológico” do Evangelho deste domingo, no qual Jesus se refere aos últimos tempos, e destacou que “Jesus não descreve o fim do mundo, e quando usa imagens apocalípticas, não se comporta como um ‘vidente’”.

“Pelo contrário, Ele quer subtrair os seus discípulos de todos os tempos à curiosidade pelas datas e previsões, fornecendo-lhes isso sim uma chave de leitura profunda, essencial, e sobretudo indicar a via justa sobre como caminhar, hoje e amanhã, para entrar na vida eterna”.

O Papa disse que esta passagem bíblica seja “provavelmente o texto mais difícil dos Evangelhos”.

“Essa dificuldade deriva tanto do conteúdo como do linguagem: fala-se de fato de um futuro que ultrapassa as nossas categorias e é por isso que Jesus utiliza imagens e palavras retomadas do Antigo Testamento, mas – sobretudo – insere um novo centro, que é Ele próprio, o mistério da sua pessoa e da sua morte e ressurreição”.

Bento XVI sublinhou que de fato o “Filho do homem” de que fala o Evangelho, retomando a profecia de Daniel, é o próprio Jesus, que põe em ligação o presente com o futuro. “As antigas palavras dos profetas encontraram finalmente um centro na pessoa do Messias nazareno. É Ele o verdadeiro acontecimento que, no meio dos abalos e perturbações do mundo, permanece como o ponto firme e estável”.

Bento XVI destacou a afirmação de Jesus “o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”, observando que na Bíblia é a Palavra de Deus que está na origem da criação. “Esta potência criadora da Palavra divina concentrou-se em Jesus Cristo, Verbo feito carne, e passa também através das suas palavras humanas, que são o verdadeiro firmamento que orienta o pensamento e o caminho do homem sobre a terra”.

O Santo Padre indicou que “Também nos nossos tempos não faltam calamidades naturais, e infelizmente, não falta também guerras e violências. Também hoje em dia temos necessidade de um fundamento estável para nossa vida e para a nossa esperança, por maioria de razão por causa do relativismo em que estamos imersos”.

“Que a Virgem Maria nos acolha este centro na Pessoa de Cristo e na sua Palavra”, concluiu.

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Fonte: ACI/EWTN Noticias

Partes em negrito pelo Blog VALDERI

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