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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sábado – Gl 3,22-29 Lc 11,27-28

XXVII Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

Paulo fala aos Gálatas sobre um novo regime que se instaurou em Cristo Jesus, o regime da fé (cf. Gl 3,23), que nos liberta do antigo regime da Lei. É interessante percebermos que o Apóstolo não diz que a Lei foi inútil ou que foi um erro, pelo contrário, afirma que a Lei foi como um pedagogo (cf. Gl 3,24) que conduziu o espírito humano para o dia em que se revelasse o verdadeiro regime que nos leva verdadeiramente à Vontade de Deus.

Já na liturgia desta última quinta-feira (Gl 3,1-5) entendíamos que Paulo não nos transmitia uma imagem de ódio a Lei, mas de correta compreensão de sua existência e devido lugar dela em nossas vidas. Agora, completamos esta compreensão quando tiramos destas palavras de Paulo o entendimento de que a Lei têm sua finalidade enquanto orientação até o momento em que a fé deve finalmente ser a “Lei”, ou seja, ocupar o lugar que antes parecia ser naturalmente a dela. A fé deve manter-nos orientados nas diversas situações humanas, ela é quem deve reger nossas atitudes mediante decisões a tomar. Em realidade, mesmo a justiça e a moralidade só são retamente ordenadas e alcançam seu fim quando guiadas pela fé. Neste sentido, a fé acaba se tornando um novo regime para os cristãos, pois é a “orientação” fundamental para a dimensão humana e espiritual dos homens e mulheres.

Onde somos incorporados neste novo regime? É no batismo que nos colocamos sob este regime da fé, pois é ali que recebemos a graça que Cristo nos conquistou. Todos os batizados agora não vivem sob a Lei antiga, e por isso não se importam mais com as divisões de outrora: judeus ou gregos, escravos ou livres, homem ou mulher, pois sob a fé todos recebem a mesma graça de Deus o que torna a todos irmãos e filhos de Deus Pai, capacitando a todos de receberem as graças divinas que antes era para uns e não para outros.

Muitas vezes o próprio Jesus deixou vestígios sobre essa compreensão de Paulo sobre a Lei e a fé. Neste evangelho de hoje (Lc 11,27-28), ouvimos que certa mulher se aproxima de Jesus e lhe diz ser feliz o ventre que trouxe Jesus ao mundo e feliz aquela que o amentou. Jesus, numa resposta imediata mas não menos precisa diz que mais feliz são todos aqueles que põe em prática a Palavra de Deus. Disto podemos entender que nossa adesão a Deus e a tudo o que ele Revelou – contido especialmente na Sagrada Escritura – é o que torna alguém verdadeiramente feliz. Este “feliz” que Jesus pronuncia se equipara ao feliz do sermão da montanha, ou bem-aventurados, pois se trata de uma felicidade não efêmera, mas algo duradouro.

A fé como adesão a Deus, também deve ser adesão a tudo o que a Santíssima Trindade nos revelou. Encontramos esta revelação na Sagrada Escritura e na Tradição, que é explicada e mantida pelo Sagrado Magistério da Igreja. Portanto, podemos ser regidos por este regime da fé, como nos diz Paulo, se deixamos a Revelação de Deus nos orientar, mostrando o que no campo pessoal podemos fazer e também no campo social, como filhos de Deus, seguidores de Cristo.

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