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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Louvores à "Santa Mãe Aparecida”

Das profundezas daquele grandioso rio,
Nas redes vazias de humildes pescadores,
A divina Mãe Aparecida surgiu
Para aliviar nossas dores e temores.


Desde esse milagroso e abençoado dia,
Nós, filhos amados desse imenso Brasil,
Temos recebido com fé, amor e alegria,
Da Santa Mãe Aparecida graças mil.


Nas tristezas e desventuras que sentimos,
Quando sós e no nosso peito amarga a dor,
É somente a Ela que, em pranto, sempre pedimos:
“Vem, oh, terna Mãe, me amparar com Teu amor”.


No azul celestial do Seu manto sagrado,
Envolvemo-nos para sermos protegidos.
Em cada um de nós ELA acolhe um filho amado
Que juntos em prece Lhe imploram comovidos:


“Contemplando dos Teus olhos o santo brilho
Que nos aponta o caminho da Eterna Luz,
Conduze-nos, Mãe, pela mão ao Teu Deus Filho,
Caminho, Verdade e Vida: Cristo Jesus”.


Poesia de Lis Targa

Paranaguá / RS

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