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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Beato João Paulo II: homem que amou a humanidade

Passaram-se dezessete meses da beatificação de Karol Woytyla, o João Paulo II. Impressionante que ainda lembro de suas mensagens televisionadas, de suas visitas por vários países, de seu carisma inigualável. Penso ser até perigoso tentar adjetivar este grande bem-aventurado - que acredito não demorar muito para logo o chamarmos de santo - por um receio de ser injusto nas palavras e acabar até diminuindo sua grandeza.

Mas preciso destacar algo de Karol. Faço questão de chamá-lo pelo nome de batismo, por constatar que se tornou o que era, porque antes forjou um nome carregado de força moral e humana, carregado de amor pela humanidade, pelo homem e pela mulher, que sabia, ele, necessitar de alguém que os auxiliasse na busca pela verdade que liberta e cura. Muitas biografias de Karol o chamam de excepcional amante do ser humano, pois tratava de levar Deus a todos pela cura da humanidade desfigurada em cada pessoa. Foi um meio sempre presente na vida de Karol, talvez porque tristemente pode presenciar a dor da guerra, a dor do indiferentismo com o ser humano. A dor da ideologização colocada num trono, no lugar de Deus no coração do homem.

Talvez fosse justamente este ideal de resgate do verdadeiro homem que me fez tão ligado a Karol. Sua filosofia e teologia somente lhe serviram para aprofundar ainda mais seu amor pela humanidade. Sua luta para que o ser humano fosse resgatado da morte, que ele mesmo havia procurado, lhe fez chegar até onde Deus o queria, no lugar mais alto onde poderia arrastar consigo muitos que precisavam desta força para voltar a Verdade que os salva. Foi precisamente do trono de Pedro, que Karol pode servir-se de seu amor pelos homens para levá-los a Deus, de maneira ordeira e profunda.

Como Papa, escreveu muitos documentos, mensagens e homilias, fez vários discursos e teve muitas conversas com muitas pessoas. Deixou-nos um legado tão precioso, registrado e disponível a todos, que quase não é possível juntá-lo para dar-lhe um rosto que expresse a identidade de quem o fez. No entanto, acredito que encontramos este amor profundo de Karol pela humanidade e também seu anseio de ver a todos livres da escravidão do materialismo, relativismo, nihilismo e todas as ideologias que escravização o ser humano por dentro, na sua carta encíclica Fides et Ratio (Fé e Razão). Ali percebemos não somente o Santo Padre falando, não somente o teólogo e o filósofo, mas também percebemos o amante da humanidade.

Querendo transmitir a mensagem de que o ser humano foi criado para vôos mais altos que o simples materialismo pode lhe oferecer, também desejando mostrar à humanidade que a Verdade estável e incorruptível existe e se personificou na pessoa de Jesus, Karol acaba deixando a mais preciosa herança que um pai pode deixar a um filho que ainda precisa aprender muito em sua vida. Deixou para a humanidade a carta que resgata o homem desfigurado pela incompreensão de si mesmo e do mundo, e que o levanta da poeira filosófica do “nada é mais certo que o nada”, para mostrar-lhe a existência da verdade e da salvação; enfim, levar a todos até Deus.

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