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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A dor da despedida

Já experimentou uma dor interior, algo que não é causado por ferimentos externos, não por um choque com a porta ou a parede? Algo que é até inexplicável? Indizível?

Você talvez me diga: “sim, mas existem vários fatos diferentes que podem me causar esta dor”. Realmente, não discordo. Mas penso naquela dor que você não consegue evitar, que te dói mais ainda quando te parece uma pura injustiça, quando você se sabe totalmente inocente, e mais, sabendo que fez tudo certo, mais do que até se esperava. Uma dor incrivelmente inexplicável!

Falo da dor da despedida. Despedida muitas vezes forçada, indesejada, não querida nem imaginada. Algo que você sempre descartou de suas possibilidades porque a vida não dava pistas de que isso poderia acontecer.

Uma despedida, dentre muitas que você faz na vida, pode te levar a reviver aquele momento de dor por todos os dias em que viver. Uma despedida, que você não planejava, não queria, não imaginava… uma despedida injusta, uma ofensa grave a teu sentimento pelo simples fato de acontecer. Parece triste demais, mas é. Uma dor que surge do “nada” e parece ter nascido “imortal”, pois em cada dia, às vezes por breves segundos, te lembra que ela esta aí… viva em teu coração.

Uma despedida que você lembra cada detalhe: roupa, palavras, silêncio, céu, vento… último olhar. Tudo é injusto, tudo acontece sobre lágrimas contendo muitos sentimentos, tantos que se misturam num turbilhão impossível de acalmar e identificar.

E você, nesta despedida, depois da troca de olhares e de perguntar muitas vezes “por quê?”, vira-se e olhando para o chão começa a andar, o andar da despedida final, passos que não voltarão, passos para o desconhecido futuro longe de quem se despediu.

Esta dor fica e sempre mostra-se viva, e você inevitavelmente acaba se perguntando se é o único a sentir tamanha dor, afinal, eram dois se despedindo, não um.

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