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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A despedida dos mortos aguardando reencontrá-los na Resurreição

Quando um membro da família senhorial vinha a falecer, era exposto na grande sala do castelo, revestido com seus mais belos ornamentos, e, freqüentemente, embalsamado.
O luto era caracterizado pela cor violeta, e mais raramente pelo preto.

Mas a viúva guardava-o habitualmente de branco, à imitação das Rainhas, às quais a etiqueta prescreve esta cor, o que explica às Rainhas-mães o titulo de 'reines-blanches'.

O caixão, recoberto de damasco dourado ou de tecido vermelho, era conduzido à igreja, não sobre os ombros de servidores ou aldeões, mas sobre os dos mais próximos parentes e dos principais vassalos.
Quando transladaram à França o relicário com os ossos de São Luis, morto em Tunis, ele foi levado até Saint-Denis por Philippe le Hardi, filho do defunto.

Os nobres carregadores vestiam, para a ocasião, longas túnicas negras com capuz, e receberam a denominação de 'pleurants'.
Acontecia de o corpo ser seguido por um personagem, que, por seus trajes, maquilagem, modo de andar e atitudes, esforça-se por se assemelhar ao senhor defunto .

Quanto aos túmulos edificados sobre a sepultura, no coro ou nas criptas da capela ou igreja, são todos, ou quase todos, do mesmo modelo: o gisante.

Ou seja, a estátua do falecido, deitada sobre a laje funerária.

Estes túmulos são também inspirados em convenções que permitem reconhecer, num olhar, certos detalhes da existência do morto.
Se o cavaleiro pereceu em campo de batalha, o escultor o representa completamente armado, espada desembainhada na mão direita, escudo à esquerda e os pés apoiados sobre o flanco de um leão deitado.

Se morreu no leito, é figurado de cabeça descoberta, sem cinto, sem espada nem escudo, tendo os pés um galgo.
Uma grade de ferro em torno da estátua, indicava que o senhor morreu no cativeiro.

Quanto às damas, sua efígie as mostra de vestido longo, mãos postas, os pés sobre o flanco de um cão, símbolo da fidelidade conjugal.
Só os muito altos senhores tinham o direito de se fazerem representar em mármore, pois este era ainda, na Idade Média, um material muito custoso e raro.
Os nobres de menor hierarquia deviam contentar-se com um gisante de pedra, do qual só o rosto e as mãos são de mármore.
Os burgueses não tinham direito senão à pedra.

 

(Autor : Alfred Carlier, « Sous les Voútes dos Cháteaux-Forts -- La Vie Féodale », Editions Desoer, Liège, pp. 147 a 150)

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Extraído de www.cidademedieval.blogspot.com

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