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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Vaticano da ONU: a justiça nem sempre esta com a maioria

Na 67ª Assembléia Geral das Nações Unidas, o minitro das relações exteriores do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, lembrou aos chefes de estado que a democracia pode levar a uma eleição da maioria, mas que esta não pode necessariamente impor-se como “justa”, ou seja, não é a maioria que decidi o que é a justiça.
 
Ainda lembrou que é necessário considerar que o próprio conceito de justiça não nasceu de uma eleição democrática, pois se trata de uma verdade, que como tal não é eleita, mas simplesmente conhecida e obedecida. Num tom de advertência, as palavras do arcebispo lembraram que foi também pela eleição, onde prevaleceu a maioria, que surgiu o nazismo, que entregou a Hitler o poder, como a história pode comprovar.
 
 
 

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