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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Vaticano da ONU: a justiça nem sempre esta com a maioria

Na 67ª Assembléia Geral das Nações Unidas, o minitro das relações exteriores do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, lembrou aos chefes de estado que a democracia pode levar a uma eleição da maioria, mas que esta não pode necessariamente impor-se como “justa”, ou seja, não é a maioria que decidi o que é a justiça.
 
Ainda lembrou que é necessário considerar que o próprio conceito de justiça não nasceu de uma eleição democrática, pois se trata de uma verdade, que como tal não é eleita, mas simplesmente conhecida e obedecida. Num tom de advertência, as palavras do arcebispo lembraram que foi também pela eleição, onde prevaleceu a maioria, que surgiu o nazismo, que entregou a Hitler o poder, como a história pode comprovar.
 
 
 

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