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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

São Francisco das Chagas: homilia do primeiro dia da novena

São Francisco e o amor à Igreja”

Homilia do 1º dia da Novena, pelo Pe. Valderi da Silva

Reitoria de São Francisco das Chagas

Paranaguá / PR

07 de setembro de 2012

Caríssimos irmãos e irmãs.

Louvemos a Deus pela vida de São Francisco, assim como este mesmo servo de Deus O louvava pelas maravilhas que o Todo-poderoso realizou na criação.

“Te louvamos, Pai amoroso, que não deixas de perceber a necessidade espiritual de Teu povo, pois nos vês viver muitas vezes, longe de Ti”.

Francisco, certamente sabia, que para amar é necessário o reconhecimento, ou seja, não basta apenas se contentar com o “saber”, mas é condição necessária ao amor, além de saber, “reconhecer”. Francisco reconhecia nas obras de Deus em favor de Seu povo sua presença, não real como é na Eucaristia, mas sua presença pelo simples fato de terem saídas de Suas mãos, assim lhe era até fácil amar a toda criação.

Mas este conhecimento e reconhecimento, movia necessariamente, Francisco a “amar a Esposa de Cristo”, a Igreja. Isto nos faz pensar onde ele reconhecia a Igreja para poder amá-la? Simples de responder a quem conhece razoavelmente a vida deste santo: no amor a Cristo, a tudo surgido Dele, assim como é a caridade com os pobres, o serviço aos irmãos e principalmente na obediência a esta estrutura visível que é a Igreja.

Em Francisco vemos que uma vida santa dentro da Igreja só é possível amando esta Esposa de Cristo. Seria-nos impossível ver concordância em um cristão que ao mesmo tempo diz buscar a santidade de vida e também diz não concordar com o que esta Igreja pede, como vivência em Deus. De fato, alguns não falam abertamente e publicamente, mas vivem como alguém que faz juras de amor hipocritamente, pois falam com a boca, mas sua vida fala o contrário.

Com Francisco aprendemos que amar a Igreja de Cristo é amar o próprio Cristo, é ver em cada pronunciamento, em cada ato litúrgico, em cada preceito estabelecido, na voz de seus pastores, aquilo de que Cristo mesmo podemos receber. Amar a Igreja como Francisco pode ser o que nos falta para vermos o que ainda não vemos, para poder verdadeiramente amar.

Nos fatos da vida de Francisco percebemos esta compreensão do relacionamento pessoal de cada cristão para com a Igreja. Durante um longo período, principalmente no início de sua atividade apostólica, percebemos o quanto foi-lhe necessário esta compreensão de amor a Igreja, para que pudesse receber calmamente tantos olhares desconfiados dos próprios membros da Esposa de Cristo. É justamente, porque a via misticamente, que sabia ser Cristo falando-lhe mesmo na incompreensão e desconfiança recebida.

Como amar a Igreja hoje? Podemos lembrar da própria vida de São Francisco. Ele não apenas dizia abertamente amar a Igreja, mas falava com sua vida, principalmente, com sua postura diante do mistério da Igreja. De fato, com sua atitude de obediência mostrou mais amor a Esposa de Cristo do que muitos escritos que poderia ter nos deixado. Em verdade, deste santo devemos ver a eloquência de sua atitude caridosa com todos os filhos de Deus, pois estes “todos”, de forma direta e indireta, formam a Igreja de Cristo, sendo assim que, amá-los é amar também a Igreja, tudo porque se ama a Cristo.

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