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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Jerusalém é o Trono do Senhor, Casa dos filhos de Deus

…chamarão Jerusalém Trono do Senhor, em torno dela se reunirão, em nome do Senhor, todos os povos; eles não se deixarão mais levar pelas inclinações de um coração mau (Jr 3,17)
Lendo este capitulo 3 do livro da profecia de Jeremias, ficou-me preso os olhos neste versículo. Sem desejar amputá-lo do restante do capítulo – por motivo de coerência com o texto sagrado –, desejo refletir um pouco sobre esta afirmação do Oráculo do Senhor.
A quem se dedica a ler este capítulo, em especial os versículos 6 a 25, perceberá que se trata da palavra do Senhor dirigida ao Seu povo da casa de Israel e Judá, exortando-os ao arrependimento pela sua infidelidade a Deus. De fato, a Sagrada Escritura chegar estas casas “irmãs prostitutas”, pois venderam-se pelo prazer mundano e consequentemente, abandonaram o fiel seguimento das leis de Deus. Estas palavras do Senhor são dirigidas a Israel e Judá com mágoa pela dor causada a Deus pela “traição”, mas mostra a imensa benignidade de Deus, mostra o amor sempre infinito de Deus que supera a ira. E é por isso que Deus mostra que ainda as espera, ainda existe a esperança do arrependimento e da volta a Deus. Por maior que seja a maldade, por mais grave que tenha sido a ofensa ao amor de Deus, Ele sempre estará disposto a acolher o regresso de um filho arrependido de seu erro, e decidido a não voltar a cometê-lo.
Mas desejo olhar especialmente para o versículo 17, pois nele podemos encontrar algo interessante, que pode ser a prefiguração de algo que em Jesus se realizou, a Igreja.
Certamente, fica evidente que neste versículo Deus esta se referindo a unidade dos filhos redimidos pela Sua misericórdia, visto que se encontra junto as palavras de esperança de retorno daquele que esta perdido e de abertura de Deus a acolhê-lo. Por este motivo já podemos concluir uma primeira coisa, que Deus decidiu reunir os filhos amados, necessitados de sua misericórdia, num mesmo “local” que não necessariamente se deve tomar como um lugar espaço-temporal, mas um local teológico, que não têm limites ou fronteiras, que abrange toda a dimensão da existência humana, visto que é o um local designado e constituído por Deus.
Depois notamos que este “local” será o Trono do Senhor, ou seja, a partir dele Deus governará seu povo, orientando seu caminho, exercendo seu Senhoril. Será o local onde somente Ele se sentará, onde somente Ele estará acima de qualquer norma ou lei que humanamente se possa elaborar. É ali que Sua palavra terá o peso de Sua mão, para chamar, premiar e julgar. É por este motivo que este “local” deve ser visto não como algo material, ou seja, construção no espaço tempo, pois nele habitará aquele que não se pode conter em nenhum espação visível e existente em nossa dimensão. Sendo assim, fica claro dizer que a Jerusalém de que se fala, não é a cidade existente, que todos conhecemos, mas ela é um nome para este local teológico onde habita o eterno.
Diz o versículo que nesta Jerusalém se reunirá todos os povos. Notemos que não se usa a palavra alguns e nem este ou aquele, mas “todos”. Certamente levo em conta o contexto do capítulo que fala diretamente do povo de Israel e Judá, mas tendo em vista o que já vimos sobre este local teológico, este “todos” acaba tomando uma dimensão teológica muito mais abrangente, ele vai se referir a toda a humanidade. Se pensarmos que o Senhor fala do seu anseio por ver os pecadores reconhecendo seus erros, se arrependendo e voltando a Ele, fica-nos possível perceber a referência a humanidade pecadora, que constantemente precisa reconhecer seus erros, buscar arrependimento e então retornar a Deus. Mas para onde ir? Quando se reconhece os erros e busca o arrependimento para onde se direcionar para saber se estamos corretamente voltando a Deus?
Justamente aqui, por meio destas perguntas, é que considero que este versículo de Jeremias fala claramente da Igreja de Cristo, lugar de Seu trono, casa visível onde habita o invisível, o eterno. É por meio dela que o Senhor rege o mundo, orienta seu povo, o exorta a reconhecer seus erros e a voltar. Lugar visível onde o ser humano encontra a segurança de estar novamente no caminho da fidelidade a Deus.
A Igreja de Cristo é este local teológico que não têm limites nem fronteiras, por sua natureza, não pode ficar restringida a muros e paredes, nem a pequenos círculos sociais. Sua abrangência é tanto quanto é a abrangência da existência humana, pois onde existe um filho de Deus, deve estar a Igreja para o orientar na permanência junto do Pai,

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