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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Quinta-feira – Jr 31,31-34 Mt 16,13-23

XVIII Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

Eis que virão dias, diz o Senhor (Jr 31,31), este tempo a que se refere Jeremias teve sua realização na encarnação do Verbo Eterno. Em Jesus Cristo realizou-se a Nova e eterna Aliança. Nova porque é a renovação da predileção de Deus pela humanidade, sem invalidar a Antiga renova-a trazendo uma mais completa compreensão da vida divina. Eterna porque sendo firmada por Deus só pode ser duradoura como Ele e também porque nos proporciona o único bem verdadeiro para todo ser humano, a vida eterna.Profeta Jeremias

Esta Aliança não será como a Antiga que contava com os corações endurecidos dos homens, ainda muito despreparados para compreender a mensagem divina para suas vidas terrenas, em curso para a vida eterna. Em realidade, as palavras que escutamos nesta leitura nos fazem concluir que é somente com Cristo que a humanidade têm a possibilidade de viver a plenitude da vida, pois abriu-se a nós a possibilidade do viver de Deus, sem a necessidade da constante manifestação extraordinária de Seu poder em nossa realidade. Podemos entender melhor esta nova capacidade humana em Cristo, através da vida na graça que o Senhor nos mostrou através da vida sem pecado, vida vivida exclusivamente no exercício do amor a Deus e ao próximo (leitura de Mt 22,36-40).

O cristão de hoje, não pode ler estas palavras do livro de Jeremias e deixar passar indiferente a clara menção de que, esta Nova Aliança assinada por Cristo, não é escrita em tábuas ou pedras, muito menos em papiros ou documentos. Ela é vida, algo que é gravado no coração dos homens e mulheres, uma vivência que difere essencialmente do rigorismo da Lei que era marca da Antiga Aliança.

Este evangelho que a liturgia nos apresenta neste dia nos traz diversos elementos que mereceriam uma atenção mais extensa. De fato, nestes versículos do evangelho de Mateus (16,13-23) encontramos elementos constitutivos da própria missão dos apóstolos, dos cristãos batizados, da comunidade em sua localidade e da comunidade-Igreja, ou seja, sua dimensão universal. Mas a liturgia da Santa Missa se faz um todo com a primeira leitura, por isso se deve ler estes versículos no espírito do que foi lido do profeta Jeremias.

Olhando para o todo deste evangelho vemos expressa a materialização da Aliança firmada por Cristo. Ele não somente desceu da eternidade para nossa perenidade a fim de nos revelar o Deus verdadeiro e eterno como também nos indicar nossa verdadeira vocação e missão. Como os profetas já mencionavam, veio trazer uma Nova Aliança selada por Ele mesmo, pela Sua oferta cruenta na cruz e consequente Ressurreição. É perceptível a preocupação de Cristo com o saber como as pessoas o estão chamando, pois assim se revelaria se estão ou não reconhecendo quem de fato Ele é. É crucial o verdadeiro conhecimento da pessoa de Cristo para entender esta Nova Aliança que Deus traz a seu “povo eleito”. A profissão de fé de Pedro é imagem da profissão de fé desta Igreja que é sinal visível da Aliança firmada por Cristo, pois Ela – a Igreja – conhece a Cristo e por isso sabe nomeá-lo perfeitamente.Basilica Sao Pedro

Esta Nova Aliança esta visivelmente na figura da Igreja de Cristo, pois nela também esta presente o poder indestrutível Daquele que a firmou com o gênero humano (cf. Mt 16,18-19). De certa maneira é lógico que assim fosse, pois esta vivência na comunidade do Povo de Deus (relendo o “povo eleito”) só poderia sobreviver se contasse com o poderoso braço de Deus.

Nos versículos finais deste evangelho, Cristo apresenta aos discípulos como se selará esta Aliança eterna e indestrutível: começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir à Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia (Mt 16,21). Aqui o evangelista não deixa de mostrar que a natureza humana estava sempre presente na missão de Cristo até mesmo querendo o atrapalhar: Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça! (Mt 16,22). Evidentemente Jesus, de imediato, repreende a a vontade humana que não pensa como Deus e por isso sempre age contra a Vontade de Deus.

Nossa vida cristã deve ser de coerência com esta Aliança que Cristo firmou por nós, pois é somente através de nossa fidelidade a ela que conseguiremos ser salvos, ou seja, ser merecedores do Reino dos Céus.

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