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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A santidade: Bernardo de Claraval e outros

Neste dia comemoro meu natalício, e sem querer escrever algum discurso do tipo autobiográfico – porque seria presunção demais! – desejo compartilhar com os amigos este texto do Papa Bento XVI falando sobre a santidade que envolve algumas figuras que a Igreja lembra neste mês, incluise São Bernardo de Claraval, meu querido patrono e inspirador, que hoje também é lembrado em toda a Igreja.

O que nos atarefa neste caminhar é a busca pela santidade, algo precisamos almejar com os pés no chão e coração no alto.

*Recomendo este artigo também: Piedade e devoção com inteligência. 20/08/2010

Pe. Valderi

***

Adudiência Geral do Papa Bento XVI no dia 20 de agosto de 2008

Prezados irmãos e irmãs

Cada dia a Igreja oferece à nossa consideração um ou mais santos e beatos para invocar e imitar. Nesta semana, por exemplo, recordamos alguns que são muito queridos à devoção popular. Ontem, São João Eudes, que diante do rigorismo dos jansenistas estamos no século XVII promoveu uma devoção terna, cujas fontes inesgotáveis ele indicou nos Sagrados Corações de Jesus e de Maria. No dia de hoje recordamos São Bernardo de Claraval que o Papa Pio VIII denominou Sao Bernardo "doutor melífluo", porque sobressaía "fazendo destilar dos textos bíblicos o sentido que neles se encontra escondido". Este místico, desejoso de viver mergulhado no "vale luminoso" da contemplação, foi levado pelos acontecimentos a viajar pela Europa para servir a Igreja, nas necessidades do tempo e para defender a fé cristã. Foi definido também "doutor mariano", não porque tenha escrito muitíssimo sobre Nossa Senhora, mas porque soube compreender o seu papel essencial na Igreja, apresentando-a como o modelo perfeito da vida monástica e de todas as outras formas de vida cristã.

Amanhã recordaremos São Pio X, que viveu num período histórico difícil. Em 1985, quando visitou a terra natal deste Santo, João Paulo II pôde dizer: "Lutou e sofreu pela liberdade da Igreja, e por esta liberdade revelou-se pronto a sacrificar privilégios e honras, a enfrentar a incompreensão e o desprezo, enquanto avaliava esta liberdade como garantia última para a integridade e a coerência da fé" (Insegnamenti di Giovanni Paolo II, VIII, 1, 1985, pág. 1818).

A próxima sexta-feira será dedicada à Bem-Aventurada Virgem Rainha, memória instituída pelo Servo de Deus Pio XII em 1954, e que a renovação litúrgica desejada pelo Concílio Vaticano II decidiu como complemento da solenidade de Nossa Senhora da Assunção, porque os dois privilégios formam um único mistério. Enfim, sábado rezaremos a Santa Rosa de Lima, primeira santa canonizada do continente latino-americano, do qual é Padroeira principal. Santa Rosa gostava de repetir: "Se os homens soubessem o que significa viver na graça, não se assustariam diante de qualquer sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência". Faleceu com 31 anos, em 1617, depois de uma breve existência repleta de privações e de sofrimentos, na festa do Apóstolo São Bartolomeu, de quem era muito devota, porque tinha sofrido um martírio particularmente doloroso.

Caros irmãos e irmãs, dia após dia a Igreja oferece-nos portanto a possibilidade de caminhar em companhia dos santos. Hans Urs von Balthasar escrevia que os santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma sua actualização na vida quotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus. O escritor francês Jean Guitton descrevia-os "como as cores do espectro em relação à luz", porque com as suas próprias tonalidades e matizes cada um deles reflecte a luz da santidade de Deus. Portanto, como é profícuo e importante o compromisso de cultivar o conhecimento e a devoção dos santos, juntamente com a meditação diária da Palavra de Deus e com um amor filial a Nossa Senhora!

Sem dúvida, o período de férias constitui um tempo útil para pegar nas mãos a biografia e os escritos de algum santo ou santa em particular, mas todos os dias do ano oferece-nos a oportunidade de nos familiarizarmos com os nossos padroeiros celestes. A sua experiência humana e espiritual demonstra que a santidade não é um luxo, não é um privilégio para poucos, uma meta impossível para um homem normal; na realidade, ela é o destino comum de todos os homens chamados a ser filhos de Deus, a vocação universal de todos os baptizados. A santidade é oferecida a todos; naturalmente, nem todos os santos são iguais: com efeito, como eu disse, constituem o espectro da luz divina. E não necessariamente é um grande santo aquele que possui carismas extraordinários. Efectivamente, existem numerosos deles cujos nomes só são conhecidos por Deus, porque na terra levaram uma existência aparentemente normalíssima. E em geral são queridos por Deus precisamente estes santos "normais". O seu exemplo testemunha que, somente quando estamos em contacto com o Senhor é que nos tornamos repletos da sua paz e da sua alegria, e que somos capazes de difundir por toda a parte a serenidade, a esperança e o optimismo. Considerando precisamente a variedade dos seus carismas, Bernanos, grande escritor francês que se sentiu sempre fascinado pela ideia dos santos cita muitos deles nos seus romances observa que "cada vida de santo é como um novo florescimento de primavera". Que isto aconteça também connosco! Por isso, deixemo-nos atrair pela fascinação sobrenatural da santidade! Obtenha para nós esta graça Maria, Rainha de todos os Santos, Mãe e Refúgio dos pecadores!

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