Pular para o conteúdo principal

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Segunda-feira – Mq 6,1-4.6-8 Mt 12,38-42

XVI Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

Na relação de Deus com o homem existe uma clara transparência de que Deus deseja estar sempre ao lado do homem, sempre o acompanhando e protegendo contra os males. No entanto, também é clara aquilo que Deus exige do ser humano. Em realidade, já falou ao povo que não pede sacrifícios abundantes de animais, como era a impressão que muitos tinham. Não pede a oferta cruel do próprio filho. Ele pede de nós algo próprio do Seu amor, que esta presente em nós e que podemos manifestar em nossa vida: a justiça e a misericórdia.

A profecia de Miquéias diz algo esquecido muitas vezes, que esta vontade de Deus já foi revelada, ou seja, o que dizemos hoje da exigência de Deus aos homens não é novidade, pois se trata de algo já a muito anunciado, muitas vezes de modo claro, outras apresentadas em formas de pistas para também o ser humano possa fazer seu exercício de descobrir o que o Senhor pede de nós. Pensando mais profundamente, esta sentença de que fala Miquéias, deve ser considerada por nós como conselho para todos os cristãos, visto que a Revelação já nos foi apresentada, Cristo nos mostrou tudo o que necessitamos saber para a vida eterna junto Dele e também para vivermos felizes ainda neste mundo, mesmo conscientes da imperfeita felicidade que aqui conseguiremos.

Praticar a justiça (cf. Mq 6,8) é mais do que simplesmente não querer ser injusto nas decisões. É também defender o bem das distorções conscientes do ser humano enganado pelo mal. Praticar a justiça exige estar pronto para oferecer-se como testemunha ou juiz diante de alguma situação que pode acabar em dano gratuito para o bem. Praticar a justiça é amar o próximo, tanto que se torna impossível lhe dar menos do que este merece ou necessita. Enfim, a prática da justiça também enobrece o espírito, que acaba recolhendo em si a sabedoria do equilíbrio, que não deseja somente a medida certa do meio termo, mas que não teme ver um lado pender mais que outro quando o termo justo leva a isso.

Esta prática da justiça esta intimamente ligada a misericórdia. A Sagrada Escritura fala em amar a misericórdia (cf. Mq 6,8), aludindo principalmente a que o ser humano deva amar esta prática e ver nela a manifestação perene do amor de Deus. De fato, quando um homem ou uma mulher se dedicam a prática da misericórdia eles certamente já amam tal prática, porque certamente já compreendem a necessidade de mostrar a face de Deus aos irmãos e igualmente mostrar que eles vivem em Deus. Praticar a misericórdia é consequência de um coração reto e honesto que sempre deseja viver segundo a vontade de Deus.

Recordando o que nos diz esta leitura da profecia de Miquéias, Cristo afirma aos mestres da Lei e fariseus que nenhum sinal extraordinário será dado a este povo a não ser o que já foi realizado no meio deste povo. É a afirmação de que Deus não repete suas ações porque deseja que o homem nunca esqueça o que em determinado tempo realizou para mostrar algum ensinamento salvífico. O povo já presenciou o sinal manifestado em Jonas, sobrevivendo no ventre de uma baleia durante três dias e três noites. Igualmente já presenciou povos distantes, que não acreditavam no único Deus, se dirigirem àqueles chamados por Deus para serem sua justiça e sua compaixão no meio dos homens.

Por este motivo, hoje sentimos esta exigência de perscrutarmos a Palavra de Deus, para compreendermos o que ainda não compreendemos, mas que Ele já nos falou.

Comentários

Publicação mais visitada do site no último ano:

Objetos de Devoção