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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Revistar o Concílio Vaticano II

Revistar o CV II [Dom Demetrio Valentini]

Estando no período entre a data dos cinquenta anos da convocação do Concílio Vaticano II (25/12/1961) e os cinquenta anos de sua abertura oficial (11/10/1962), nos é proposto voltar-se mais uma vez a este Concílio, mas de modo especial aos seus documentos que, apesar de cinco décadas terem passado, ainda são verdadeiros desconhecidos a muita gente.

É claro que os católicos de hoje vivem sob as consequencias do que nestes documentos foram elucidados, mas existe, na realidade, muita confusão a respeito do que foi dito e escrito, e também verdadeiros “argumentos do demônio”, ou seja, pessoas com muita má fé, se utilizaram de uma interpretação dúbia de trechos destes documentos para instalar caos e divisão dentro da própria Igreja.

Dom Demétrio Valentini escreve este pequeno livro com o título Revisitar o Concílio Vaticano II. Gostei do título, mas confesso que sempre me dá um friozinho na espinha cada vez que ouso estas palavras “revisitar”, “revisar”, “reconstruir”, “descontruir para construir”, “reinterpretar”, e assim por diante. Acredito – com muita convicção – que uma coisa só precisa ser reconstruida ou reinterpretada se esta se encontra num estado deplorável – assim como uma casa que precisa ser demolida para ser reconstruida. O Concílio Vaticano II não esta neste estado e nem a Igreja que passou por este Concílio (sempre considerei  completamente anacrônica – teológicamente - e absurda a idéia de dizer que a Igreja no século XX nasceu do Concílio Vaticano II, ela nasceu de Cristo e sempre será a Igreja Dele).

Dom Demétrio faz uma apresentação bem interessante, apresentando como o Concílio surgiu da mente e do coração de João XXIII, sob a inspiração do Divino Espírito. Apresenta também, de forma bastante simples, as estruturas que se formaram, como foram surgindo os esquemas para os documentos, dando ênfase a determinados temas como a Igreja no momento atual da história, a liturgia, a unidade dos cristãos e o diálogo interreligioso. Mas também a importância dada a Palavra de Deus e ao espaço aberto aos leigos como membros ativos da realidade eclesial.

O bispo fala certamente com propriedade, próprio de quem viveu estes anos do Concílio de perto, pois nestes anos estava em Roma por ocasião dos estudos.

Como tenta utilizar uma linguagem simples, para facilitar a compreensão dos leitores, permite algumas palavras que levaram-me a olhar a obra, no seu conjunto, como simples, mas não mais que isso.

Concluindo: recomendo a leitura deste livro que na verdade faz parte de uma coleção que leva título semelhante ao da obra de Dom Demétrio, Revistar o Concílio.

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Documentos do Concílio Vaticano II: http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm

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