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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Quarta-feira – At 15,1-6 Jo 15,1-8

V Semana do Tempo Pascal

Pe. Valderi da Silva

O que escutamos deste pequeno trecho dos Atos dos Apóstolos é o início visível da organização da Igreja. Desde muito cedo foi sentida a necessidade de algumas reuniões para se tratar de assuntos ainda não muito claros, principalmente sobre àqueles que surgia com o contato direto com os povos que eram evangelizados.

Toda esta estrutura que hoje vemos na Santa Igreja, certamente era algo necessário e que surgiria de qualquer modo. Por  isso, imaginar uma Igreja sem este cuidado de pensar a fé, para cada vez mais adequadamente responder as indagações do ser humano, é não entender a extensão da religião no âmbito humano e social, e talvez, nem compreender a reais necessidades dos homens e mulheres.

Em Jerusalém se reuniram para discutir algo que poderia parecer supérfluo. Mas se tratava da inclusão dos pagãos no cristianismo e mais importante ainda, se tratava de Jesus e a videiradefinir definitivamente a distinção entre religião judaica e cristianismo.

No conjunto da videira – apresentada por Jesus no evangelho – os ramos e folhas não crescem por si, mas é necessário um tronco donde vêm a força para viver. Jesus é este tronco que sustenta o ser, a vida […].

[…] nós somos os ganhos e ramos que para viver precisam necessariamente do tronco, ou seja, de Cristo. Somos dependentes Dele para viver, mas não só para viver, também para produzir algo em nossas vidas: aquele que permanece em mim, e eu nele, este produz muito fruto (Jo 15,5). É uma necessidade que os cristãos sentem de modo especial, pois sentimos que ao passo que tentamos executar nossas atividades sem a presença de Deus, sem colocar este ou aquele trabalho nas mãos de Deus, parece-nos que os frutos não são perfeitos, e por vezes até nem aparece nenhum fruto. Por este motivo, sentimos que realmente esta necessidade do ramo estar ligado constantemente ao tronco é a imagem perfeita de nossa ligação com Cristo [...].

O Cristo Ressuscitado é nossa força essencial para a vida, Dele tiramos o sustento necessário para viver, trabalhar e conviver com os irmãos. Ele também é o promotor de nossa felicidade que consiste fundamentalmente em estar unido a Ele. Esforcemo-nos em sempre colocar o Deus de nossa existência presente em nosso quotidiano. (Blog VALDERI: V Domingo do Tempo Pascal. 2012)

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