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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Da hierarquia familiar: pais e filhos são amigos?

Desde minha educação no ensino fundamental escuto aqui e acolá, algum porfessor, psicólogo ou mesmo pais “modernos” dizerem que o melhor caminho que se apresenta para uma boa educação dos filhos é tratá-los como amigos. Uma relação que permitira um aproximamento maior, tornando mais fácil desenvolver alguns assuntos, por vezes delicados para os pais abordarem com seus filhos.

Sem desejar ser rude, ou mesmo grotesco, sou obrigado a dizer a estes: acordem, estam querendo enganar quem? Vocês mesmos? Ou pensam que iram enganar seus filhos?

Em um relacionamento entre amigos devemos entender primeiramente o que é a real amizade, e o que não é amizade. APais e filhos [adolescente gritando com pai] amizade é sinônimo de paridade, igualdade. Ela nivela todos os amigos, e faz com que não haja alguém superior, ou com alguma autoridade sobre os demais amigos. Tratando meu filho como amigo, me coloco ao mesmo nível dele e com isso posso até conquistar um pouco mais de sua simpatia, mas perco o que é meu, o que é caracteristico meu como pai, perco minha autoridade. Seria como um superior de Estado renunciasse seu mandato, voltando a ser como os demais cidadãos, sem autoridade sobre ninguém. Evidentemente a autoridade que o pai ou a mãe exerce é de serviço ao filho, isto é, não é superior para escravizar o filho ou para torna-lo simples objeto do prazer pelo poder paterno ou materno. 

É um engano grotesco (isso sim ridículo!) pensar que este comportamento “moderno” de tratar o filhos como amigos não interferiria na autoridade dos pais. Em vários casos vemos argumento contra esta idéia, pois nunca podemos ter a certeza da recepção deste tipo de comportamento dos pais pelos filhos adolescentes e jovens. O mais provável que aconteça é que estes filhos acabem agindo de forma a niglenciar a tutela dos pais, sendo-lhe permitido fazer qualquer coisa. E o mais trágico é a má formação humana e moral destes filhos que sob uma “libertinagem” paterna e materna dificilmente respeitaram uma autoridade.

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