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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Tempo Pascal, como celebrá-lo? Algumas orientações litúrgico-pastorais

Pe. Cristóvão Dworak, CSsR[1]

kdworak@hotmail.com

No decorrer do Ano Litúrgico da Igreja Católica, celebramos a totalidade do Mistério de Cristo. O Ano Litúrgico nos propõe um caminho espiritual da fé, ou seja, a vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de Cristo, presente e operante nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos. O Tempo Pascal ocupa o lugar central nesta caminhada de tal maneira que a Igreja é convidada a celebrar os cinquenta dias pascais, isto é, o pentecostes,“como um grande domingo, um só dia de festa”.

Pelo que parece, nem sempre há consciência disso. Para muitos cristãos menos esclarecidos liturgicamente, passado o Domingo da Ressurreição, tudo parece voltar ao ritmo comum. Diante desta realidade bastante frequente, podemos nos perguntar: como, então, garantir que as nossas celebrações, em especial, as celebrações dominicais de missas, de cultos e outras celebrações, sejam de fato pascais a fim de consolidar a espiritualidade verdadeiramente cristã, raiz e fonte de qualquer outra espiritualidade específica (cf. SC, n. 14)? Como celebrar o “mês de maio” e o “domingo do Dia das Mães”, para que, de fato, esta dimensão pascal não desapareça ou seja totalmente silenciada?

Para isso, propomos aqui algumas sugestões que - acreditamos, poderão reforçar a dimensão pascal de nossas celebrações ao longo deste pentecostes.

  1. Antes de tudo é preciso tomar clara consciência de que nas celebrações deste tempo, como em todas as celebrações da Igreja Católica, tudo converge para o Cristo vitorioso e o Senhor Ressuscitado presente na sua Igreja. A celebração da Igreja é o momento privilegiado do encontro com Ressuscitado. O Ressuscitado está presente na assembleia reunida em seu nome. O Ressuscitado está presente na Palavra de Deus que é proclamada na comunidade. Ele está presente na Eucaristia, na qual se deixa reconhecer ao partir o pão. Por fim, esta presença alimenta a missão dos cristãos no mundo e diante dos desafios do mundo (cf. Lc 24, 13-35).
  2. É preciso revestir as celebrações de veste de alegria, de flores, de luzes. A cor celebrativa deste tempo é o branco.
  3. Valorizar o Círio Pascal, colocando-o junto da mesa da Palavra ou junto do Altar. Aos domingos poderá ser feita uma solene entrada com o Cirio no início da celebração. No Domingo de Pentecostes,o Círio poderá ser deslocado solenemente para o Batistério, onde poderá ser feito um rito para apagar o Círio pascal.
  4. É de suma importância valorizar os cantos pascais. O lugar especial neste tempo ocupa o Aleluia. É importante evitar todos os cantos que são normalmente cantados no Tempo Comum. Esta dimensão, de modo geral, torna-se um grande desafio para os grupos de canto e de música em nossas igrejas e comunidades. A espiritualidade pascal crescerá se de fato houver investimento no canto pascal!
  5. Valorizar a água e a aspersão no início da celebração. A dimensão batismal da Vigília Pascal permanecerá forte através desta aspersão, que lembra o nosso batismo e a vida nova nascida do Mistério Pascal. Por isso, a aspersão substitui o ato penitencial, conforme propõe o Missal Romano (cf. p. 1000).  Mas, aqui vale uma observação: aspersão é um ato celebrativo, por isso, deve ser evitada toda espécie de ridicularização deste gesto simbólico, tão significativo para os cristãos. A aspersão poderá ser feita nas celebrações de Missas e também nas CelebraçõesDominicais da Palavra.
  6. As homilias devem abordar a questão da ressurreição, da presença do Ressuscitado na Igreja, do Batismo e do testemunho da fé no Cristo ressuscitado. Santo Afonso lembrava aos missionários e pregadores do seu tempo, que por meio da santa pregação se difunde e se conserva a fé do povo. Por isso, os pregadores devem pregar não outra verdade, a não ser Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, com estilo claro, simples e familiar, desejosos de santificar todos os ouvintes e todo o mundo.
  7. Respeitando a postura “de ajoelhados” em determinados momentos da celebração, especialmente onde ainda existe este costume, pode ser sugerida e, implantada a postura “em pé”, durante toda a oração eucarística, que expressa a postura da condição do “ressuscitado”.
  8. Na devoção popular, o mês de maio é o “mês mariano”, e o segundo domingo de maio é o “domingo do Dia das Mães”. Diante disso é bom lembrar que o tempo pascal não pode não ser esquecido nem silenciado nestas celebrações. Não é o Tempo Pascal que está inserido na devoção mariana, mas a devoção mariana que está inserida no Tempo Pascal. Nesta matéria recorda a Sacrosanctum concilium: "Assim, pois, considerando os tempos litúrgicos, estes exercícios [de piedade popular] devem ser organizados de tal maneira que condigam com a Sagrada Liturgia, dela de alguma maneira derivem, para ela encaminhem o povo, pois que ela [a Liturgia] por sua natureza, em muito os supera" (SC n. 13). E mais ainda: "Que as festas dos Santos não prevaleçam sobre as que recordam os mistérios da salvação” (SC n. 111; cf. SC n. 103). Por isso, oDiretório sobre a Piedade popular e Liturgia (cf. n. 190-191) vem recordar que é preciso harmonizar o conteúdo do "mês mariano" com o tempo corrente do Ano Litúrgico. Assim, o Diretório sugere que as práticas de piedade deverão salientar a participação da Virgem Maria no mistério pascal (cf. Jo 19,25-27) e em Pentecostes (cf. At 1,14). Ah, sim, nada mais mariano neste tempo do que a antífona Rainha do céu, alegrai-vos, aleluia... Esta antífona pode ser cantada no final de cada celebração da Missa, da Celebração da Palavra, da Liturgia das Horas e em outras celebrações. Ela também substitui a oração do Ofício Abreviado, popularmente conhecido como O Anjo do Senhor.
  9. No dia 05 de junho celebramos a solenidade de Ascensão do Senhor com liturgia própria, que precisa ser valorizada. Neste mesmo dia inicia-se a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e a preparação para a Solenidade de Pentecostes, que concluirá a celebração do Tempo Pascal e abrirá as portas para celebrar diversos aspectos do mistério de Cristo no Tempo Comum.
  10. Por fim, só será possível organizar melhor a celebração deste primordial tempo litúrgico se em cada Diocese, em cada Paróquia, existir a Equipe de Pastoral Litúrgica. Caberá à Pastoral Litúrgica não só cuidar da realização das liturgias através de diversas Equipes de Celebrações, mas também promover contínua formação litúrgico-musical de todo o povo de Deus, sem a qual, qualquer liturgia celebrada corre o risco de ser um ritualismo estéril e um mero espetáculo teatral.

[1] Missionário redentorista, doutorando em Ciências da Religião (PUC-SP), Mestre em Teologia Sistemática com especialização em Liturgia, e Vice-Presidente da Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI).

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