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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Santo Sudário: Os cientistas constatam o erro que o datou na Idade Média

Vários especialistas perticipantes nas sessões do Congressos Internacional do Santo Sudário de Valência ratificaram os erros do estudo com a prova do Carbono 14, realizado por uma equipe de cientistas em 1988, que datou a relíquia na época da Idade Média, entre 1260 e 1390, segundo informou o Arcebispo.

Assim, segundo o químico norteamericano Robert Villarreal, responsável do Laboratório dos Álamos no Colorado (EUA), a mostra da tela do Sudário extraída para sua datação por radiocarbono, com plena certeza “contêm algodão, o qual não existe em absoluto na tela de línho original do Síndone”.

Um remendo “invisível”Santo Sudario

Villarreal, que pronunciou a canferência Condições das amostras na datação de 1988, assegura que “a amostra que foi pega não é respresentativa de todo o lenço” e que essa parte contêm, além disso, um remendo “invisível” acrescentado durante “um conserto na época medieval”.

Além disso, o cientista explicou as análises efetuadas, posteriormente, no laboratório dos Álamos, com o que se advertiu que a amostra de C14 “conclui mal sua datação”.

Por sua parte, Emanuela Marinelli, licenciada em Ciências Naturais e Geológicas pela Universidade de La Sapienza de Roma, dissertou na jornada sobre as “circunstências da datação com o C14 do Síndone”.

Marinelli qualificou de “erros” e “inadequados” os procedimentos e condutas que se levaram a cabo para realizar o estudo do C14 já que “se rechaçou tomar mais amostras” e a que se tomou “não era representativa de toda a Síndone”. Além disso, recordou que “houve vazamento de dados a meios sensacionalistas” porque “desde o princípio o estudo se viu com problemas de publicidade”.

Segundo Marinelli, “a idéia foi desacreditar a autenticidade da Síndone”. Portanto, esse estudo de 1988 “não oferece resultados fiáveis”.

Igualmente, na sessão dedicada a análise da idade do Síndone, interviram outros especialistas como o engeinheiro técnico químico e membro da Sociedade Espanhola de Microbiologia, Felipe Montero, que abordou a datação dos lenços pelo método do C14, no caso particular do Sudário de Oviedo.

Estudo comparativo com o Sudário de Oviedo

Durante as sessões matutinas, especialistas em medicina forense defenderam as similitudes entre os traços do Síndone e o Sudário de Oviedo e destacaram a importância de “se fazer um estudo comparativo com as duas relíquias”.

O doutor Alfonso Sánchez Hermosilla, membro da Equipa de Investigação do Centro Espanhol de Sindologia (Edices), advertiu de que “estamos perdendo cada dia informação” das duas relíquias, pelo passar do tempo e que é necessário que os dois lenços “se estudem ao mesmo tempo, valorizando as contribuições de cada um”.

Do mesmo modo, destacou “a similitude no número de feridas e a distância entre elas” nos lenços históricos.

Por sua parte, o catedrático de Medicina Legal da Universidade de Valência José Delfín Villalaín analisou o estudo “da rigidez cadavérica” do homem da Síndone e assinalou que o cadáver retratado na Síndone se encontrava extremamente rígido devido, entre outras coisas,  a desitratação, o intenso stress ao que foi submetido, ao “shock hipovolémico” e a “morte extremamente violenta que sofreu”.

Do mesmo modo, o doutor Villalaín citou a outros patólogos como Hyneck, Barbet o Guedda que já haviam observado este fenômeno em seus estudos.

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*Grifos da fante.

**Fonte: http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/iglesia/

***Tradução do espanhol: Blog VALDERI

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