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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Santo Sudário: Os cientistas constatam o erro que o datou na Idade Média

Vários especialistas perticipantes nas sessões do Congressos Internacional do Santo Sudário de Valência ratificaram os erros do estudo com a prova do Carbono 14, realizado por uma equipe de cientistas em 1988, que datou a relíquia na época da Idade Média, entre 1260 e 1390, segundo informou o Arcebispo.

Assim, segundo o químico norteamericano Robert Villarreal, responsável do Laboratório dos Álamos no Colorado (EUA), a mostra da tela do Sudário extraída para sua datação por radiocarbono, com plena certeza “contêm algodão, o qual não existe em absoluto na tela de línho original do Síndone”.

Um remendo “invisível”Santo Sudario

Villarreal, que pronunciou a canferência Condições das amostras na datação de 1988, assegura que “a amostra que foi pega não é respresentativa de todo o lenço” e que essa parte contêm, além disso, um remendo “invisível” acrescentado durante “um conserto na época medieval”.

Além disso, o cientista explicou as análises efetuadas, posteriormente, no laboratório dos Álamos, com o que se advertiu que a amostra de C14 “conclui mal sua datação”.

Por sua parte, Emanuela Marinelli, licenciada em Ciências Naturais e Geológicas pela Universidade de La Sapienza de Roma, dissertou na jornada sobre as “circunstências da datação com o C14 do Síndone”.

Marinelli qualificou de “erros” e “inadequados” os procedimentos e condutas que se levaram a cabo para realizar o estudo do C14 já que “se rechaçou tomar mais amostras” e a que se tomou “não era representativa de toda a Síndone”. Além disso, recordou que “houve vazamento de dados a meios sensacionalistas” porque “desde o princípio o estudo se viu com problemas de publicidade”.

Segundo Marinelli, “a idéia foi desacreditar a autenticidade da Síndone”. Portanto, esse estudo de 1988 “não oferece resultados fiáveis”.

Igualmente, na sessão dedicada a análise da idade do Síndone, interviram outros especialistas como o engeinheiro técnico químico e membro da Sociedade Espanhola de Microbiologia, Felipe Montero, que abordou a datação dos lenços pelo método do C14, no caso particular do Sudário de Oviedo.

Estudo comparativo com o Sudário de Oviedo

Durante as sessões matutinas, especialistas em medicina forense defenderam as similitudes entre os traços do Síndone e o Sudário de Oviedo e destacaram a importância de “se fazer um estudo comparativo com as duas relíquias”.

O doutor Alfonso Sánchez Hermosilla, membro da Equipa de Investigação do Centro Espanhol de Sindologia (Edices), advertiu de que “estamos perdendo cada dia informação” das duas relíquias, pelo passar do tempo e que é necessário que os dois lenços “se estudem ao mesmo tempo, valorizando as contribuições de cada um”.

Do mesmo modo, destacou “a similitude no número de feridas e a distância entre elas” nos lenços históricos.

Por sua parte, o catedrático de Medicina Legal da Universidade de Valência José Delfín Villalaín analisou o estudo “da rigidez cadavérica” do homem da Síndone e assinalou que o cadáver retratado na Síndone se encontrava extremamente rígido devido, entre outras coisas,  a desitratação, o intenso stress ao que foi submetido, ao “shock hipovolémico” e a “morte extremamente violenta que sofreu”.

Do mesmo modo, o doutor Villalaín citou a outros patólogos como Hyneck, Barbet o Guedda que já haviam observado este fenômeno em seus estudos.

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*Grifos da fante.

**Fonte: http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/iglesia/

***Tradução do espanhol: Blog VALDERI

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