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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sobre a retirada dos crucifixos e o laicismo

1.Desde que iniciou este debate sobre a possível tirada ou não dos crucifixos dos ambientes do judiciário gaúcho, tentei ficar apenas observando, vez ou outra, comentando com alguém interessado no assunto. Acontece que neste momento resolvi expressar-me sobre a questão por dois motivos: tristemente vi pouco – para não dizer quase nenhuma – manisfestação de autoridades eclesiásticas sobre tal questão e a falta de abordagens a respeito do real problema que esta escondido nesta decisão que este determinado juiz tomou.

2.Não serei injusto com aquelas autoridades eclesiásticas que se pronunciaram, principalmente o Excelentíssimo Dom Antônio Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen (RS), que sem muito esperar, lançou ao povo de sua diocese uma nota pastoral a respeito de tal assunto. Tenho que citar também a movimentação do Excelentíssimo Dom Dadeus Grins, Arcebispo de Porto Alegre (RS), que recentemente se encontrou com jurista católico para discutir este assunto e quem sabe, se movimentar contra esta decisão. Além disso, muitos sacerdotes e leigos profissionais na área de direito também manifestaram sua inconformidade.

3.Mas o motivo mais forte de minha manifestação, rechaçando esta decisão totalmente imparcial, fora da ordem natural da democracia de um estado livre, é a falta de clareza, mesmo entre os católicos, sobre a real intenção que move estas atitudes. Ela esta bem clara nas várias tentativas que membros de vários poderes fazem para ferir ou derrubar a cultura cristã de nosso povo, é o chamado laicismo que é diferente de laicidade – que a Igreja promove por acreditar que se trata de um valor adquirido e assim é reconhecido pela Igreja.

4.O laicismo nas palavras de João Paulo II é “uma ideologia que leva gradualmente, de forma mais ou menos consciente, à restrição da liberdade religiosa, até promover o desprezo ou a ignorância de tudo o que seja religioso, relegando a fé à esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública” (24/01/2005). Em consonância com o Bem-aventurado João Paulo II, Dom Antonio Keller afirmou em palestra que o que vemos na atual conjuntura é um odium fidei – ódio da fé – que move a trabalhar sorrateiramente no intuito de fazer a Igreja desaparecer da sociedade. O laicismo esta tomado como ideologia base para estes que desejam se ver livres da consciência que a Igreja sempre lhes acorda, assim fica mais fácil transformar a verdade em objeto maleável a interesses pessoais ou partidários.

Esta movimentação já esta acontecendo a muito tempo, sempre que alguma pequena lei é aprovada sem a necessária consulta democrática, e visa dar chancela a algum procedimento que fere princípios que a Igreja sempre defendeu, esta se avançando nesta intenção de levar a Igreja/religião às catacumbas, ou seja, empurra-la cada vez mais para fora da sociedade. Isto como se a sociedade não necessitasse da Igreja, o que não é verdade, principalmente nestes tempos em que a justamente a Igreja é o principal defensor da verdade e assim não permite que o homem destrua o próprio homem.

5.Esta decisão do Conselho de Magistratura do TJ-RS tomada no dia 06 de março, que reza a retirada de todos os símbolos religiosos dos prédios da justiça gaúcha dificilmente será alterada enquanto estiver no cargo tal juiz que determinou assim, mas este fato não é o mais grave enquanto fato isolado. O grave sim é que este fenômeno do laicismo esta querendo crescer e se manifesta em decisões pontuais como esta da justiça do Estado do Rio Grande do Sul.

Precisamos estar atentos ao que acontece em nossa sociedade, sempre prontos para reclamar e se manifestar a favor ou contra o que desejam aprovar e que pode restringir minha liberdade de expressão e de culto e também usurpar meu direito a verdade.

Quarto Domingo da Quaresma, 18 de março de 2012.

Blog VALDERI

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