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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Quarta-feira – Is 49,8-15 Jo 5,17-30

IV Semana da Quaresma

Pe. Valderi

O Senhor zela por seu povo, desde a retirada do Egito, da casa da escravidão o Senhor permanece sempre cuidando daqueles que elegeu como Seu povo. Por isso, o faz elo de aliança entre Si e os povos da terra.

Em realidade, Deus precisava deste elo com os homens para iniciar sua obra de restauração do gênero humano. O povo de Israel se torna assim, porta que Deus manteve aberta para que pudesse entrar a salvação necessária aos homens. Esta é a vocação mais sublime deste povo eleito, pois foi escolhido para que através deles chegasse ao mundo o Salvador das nações, Jesus Cristo.

O Filho de Deus vêm ao mundo para restaurá-lo de sua corrupção e livrá-lo da condenação eterna. Escutamos este evangelho e percebemos a unidade existente entre o Pai e o Filho. O que o Pai faz o Filho faz também (v.19)... quem honra o Filho, também honra o Pai que o enviou (v.23). Nada que Jesus fez ou falou realizou o fez sozinho, como ato solitário de sua natureza humana e divina, mas o fez com o Pai, assim o sacrifício na cruz foi realizado com concordância do Pai que ofereceu Seu Filho pela salvação do mundo. Fato quase semelhante, ocorreu com Abraão, sendo que para este Deus não permitiu o holocausto (Gn 22,1-18).

Neste discurso de Jesus Ele quer deixar evidente aos que O escutam que seu poder é vindo do Pai, que não têm obstáculos para sua ação quando se trata de restaurar a vida ao ser humano. Assim, afirma ter o poder de dar a vida a quem lhe aprouver assim como o Pai dá a vida a quem deseja. Nisto Cristo reafirma sua divindade, deixando os judeus que o ouviam perplexos por ainda não perceberem que o Messias de Deus está entre eles.

Cristo é o Salvador e Restaurador que a humanidade tanto desejava. Ele vêm da parte de Deus, por isso nossa plena confiança em suas palavras. E esta confiança no que nos promete deve nos animar e movimentar nosso viver. Sabemos que pensou a salvação do gênero humano desde sempre, sempre preparando os homens para que depois enviasse Seu Filho, e agora deixando-nos a Igreja para nos manter na fé e andando no caminho por Ele indicado para chegarmos a vida eterna.

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