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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Pelicano, símbolo de Cristo

Pelicano 3

Muitas vezes entramos em uma igreja, principalmente aquelas mais antigas, e nos vemos diante de símbolos que a primeira vista podem parecer estranhos, sem direta conexão com a fé. Imagens que ostentam armas, caveiras, barcos, âncoras, cordas, aves e outros animais, figuras que certamente querem nos dizer mais do que simplesmente a beleza que vemos nelas.

O Pelicano

Entre tantas encontramos esta esta imagem do Pelicano, que aparece principalmente ornamentando altares e sacrários. Isto por motivo de sua simbologia, que remete a figura do Cristo em sua paixão pela humanidade. De fato, diz-se desta ave que, em tempos de escassez de comida, não encontrando mais o que dar a seus filhotes, arranca pedaços de seu próprio peito para alimentar sua cria, não deixando que eles moram. Alguns dizem que é apenas uma lenda e que na verdade esta ave sofre de uma doença que deixa seu peito com manchas vermelhas, mas a imagem surgida desta lenda ilustra perfeitamente o sacrifício de Cristo Jesus por todos nós, Seus filhos.

O pelicano bica o próprio corpo para tirar alimento para seus filhos, Cristo dá de Seu próprio corpo para alimentar a nós, Seus filhos. Os dois não exitam em sacrificar-se para que a vida continue, não seja interrompida por desventura de alimento.

O verdadeiro alimento

Em Cristo, recebemos o verdadeiro alimento, aquele que não somente é sinal de Seu amor por nós, mas fonte de sustendo na vida espiritual. Este alimento necessário é a Eucaristia, Seu corpo e Seu sangue, própria carne do Filho de Deus entregue aos homens. Este alimento nos faz alimentar o corpo, o espírito além de contribuir para o crescimento da fé em Deus e em Seu amor.

A Eucaristia, alimento oferecido a nós para nos sustentar na vida na graça de Deus, precisa ser constantemente valorizada e reverenciada por nós, pois tão grande dádiva de Deus é o que salva o mundo, é o que sacia a fome do mundo que profunda e ansiosamente busca sua realização plena.

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