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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Mulheres “evoluídas” e (in)fieis

Não sou apreciador de novelas ou seriados românticos, mas aqui tenho que confessar que estava lembrando de um capítulo da novela que rodava na Rede Globo, Insensato Coração. Me senti obrigado a citar este capítulo porque nele passa algo exemplificador da realidade na relação entre homens e mulheres, ou melhor, entre um homem “mulherengo” e as “fiéis” mulheres casadas.

Um famoso designer conhecido não somente por seu eficiente trabalho mas também por seu “sucesso” com as mulheres decidi investir em uma mulher que estava naquele dia comemorando cinco anos de casamento com seu marido. Ela num primeiro contato revela a ele sua condição de casada e feliz com seu marido e que estavam comemorando seus cinco anos de união. Mas ele insiste em conversar com o casal oferecendo simpatia, algo próprio não somente de honestos mas de raposas maquiavélicas. Ao final desta conversa, quando estava se arrumando para deixar o casal, olha maliciosamente para a mulher e baixinho oferece uma “lembrança inesquecível”.

Pois bem, não preciso perguntar para adivinharem!

No dia seguinte a “fiel” e feliz mulher, muito amada por seu marido, a que comemorava felizmente seus cinco anos de casamento no dia anterior, aparece no apartamento deste designer e numa demonstração escancarada revela a indiferença pelo que sente ao seu “amado” e nem comento a repeito da demonstração do respeito que têm por ele.

Mas enfim, deixando de lado este episódio isolado mas longe de ser coisa rara, vejo a facilidade da mulher “evoluída” em banalizar seu amor e muito mais tornar banal o amor do homem com quem aceita dividir a vida inteira.

Esta é a imagem da mulher “evoluída”?

Tento rir, mas sei que este fato esta mais para tragédia que comédia. Antes que muitos me censurem por este artigo, reconheço que falo de alguma parcela das mulheres, mas não venham me dizer que são "muito minoria"... acredito que não prevaleçam as honestas, consigo e com os outros. Mas também não se trata de um número irrelevante. Olho para as jovens de hoje e sinto que esta “evolução feminina” vai se arrastar por muito tempo, um pouco graças a mídia que as oferece um mundo maravilhoso quando sabem usar o corpo e não a mente.

É também por este motivo que valores como o matrimônio já não encontra peso na vida de muitas, pois se perguntarmos para algumas se entendem a importância desta união sacramental a resposta diz quase tudo! Ao contrário, sabem muito bem os dispositivos de lei que as permite pedir um divórcio civil.

Peço desculpa, mas para mim isto é incrivelmente grave, e não vejo outra saída senão orientar os pais para que sempre zelem por suas filhas e filhos, para que haja verdadeira formação humana e espiritual em seus lares.

Que Maria, Nossa Mãe, oriente e proteja todas as mulheres. Assim seja.

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