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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO: Jesus morre na Cruz

A partir do meio-dia, houve trevas em toda a região, até às três horas da tarde. E, pelas três horas da tarde, Jesus bradou com voz forte: "Eli, Eli, lemá sabachthani", quer dizer, "Meu Deus, Meu Deus, porque Me abandonaste?" Alguns dos presentes ouviram e disseram: «Está a chamar por Elias». E logo um deles correu a pegar numa esponja, ensopou-a em vinagre, pô-la numa cana e deu-Lhe a beber. Mas os outros disseram: «Deixa lá! Vejamos se Elias vem salvá-Lo». E Jesus, dando novamente um forte brado, expirou.

Entretanto, o centurião e os que estavam com ele de guarda a Jesus, ao verem o tremor de terra e o que estava a suceder, ficaram aterrados e disseram: «Ele era, na verdade, Filho de Deus».

(Do evangelho segundo São Mateus 27, 45-50.54)

V. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Hora derradeira em que vemos o Criador que se sujeitou a natureza humana, padecer do inevitável para os mortais. Nos coloquemos junto com estes que permaneceram ali, ao redor da cruz, olhemos para a mesma direção que olham, sintamos no rosto o mesmo vento que também faz esvuaçarem os véus das mulheres que ali estavam. Sintamos o cheiro da terra, pedregosa mas firme, onde supostamente o próprio Abraão viveu. Vejamos as expressões se indagando o porque sentiam que este a morte deste homem se tornara tão diferente que a outras. Veremos que na verdade, todos que acompanharam esta paixão de Cristo, mudaram alguma coisa em suas vidas, pois é impossível presenciar o sofrimento de Cristo e não mexer em algo na própria vida.

Pilatos, o juiz injusto, tornou-se profeta sem querer. Perante a opinião pública mundial é proclamada a realeza de Jesus. O próprio Jesus não tinha aceite o título de Messias, enquanto poderia induzir a uma idéia errada, humana, de poder e de salvação. Mas, agora, o título pode estar escrito ali publicamente sobre o Crucificado.

Ele, assim, é verdadeiramente o rei do mundo. Agora foi verdadeiramente «elevado». Na sua descida, Ele subiu. Agora cumpriu radicalmente o mandamento do amor, cumpriu a oferta de Si próprio, e precisamente deste modo Ele é agora a manifestação do verdadeiro Deus, daquele Deus que é amor. Agora sabemos quem é Deus.

(Via Sacra. Meditações e Orações pelo Cardeal Joseph Ratzinger, 2005)

Jesus assume seu trono de Rei. Para o mundo é estranho e inverso ao que concebe, mas o trono deste Rei é diferente , não é crivado de pedras preciosas nem forjado no metal preciso. O trono de Cristo é a Cruz, é lá que recebe a glorificação do Pai, é lá Sua hora, momento em que assume toda a Sua divindade destruindo a morte e dando-nos a vida.

Agora sabemos como é a verdadeira realeza. Jesus reza o Salmo 22, que começa por estas palavras: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?» (Sal 22/21, 2). Assume em Si mesmo todo o Israel, a humanidade inteira, que sofre o drama da escuridão de Deus, e faz com que Deus Se manifeste precisamente onde parece estar definitivamente derrotado e ausente.

A cruz de Cristo é um acontecimento cósmico. O mundo fica na escuridão, quando o Filho de Deus sofre a morte. A terra treme. E junto da cruz tem início a Igreja dos pagãos. O centurião romano reconhece, compreende que Jesus é o Filho de Deus. Da cruz, Ele triunfa sem cessar.

(Via Sacra. Meditações e Orações pelo Cardeal Joseph Ratzinger, 2005)

Graças a Ti, nosso Deus! Pois não somente pensaste no ser humano, mas em toda a criação, necessitada de restauração. Sua morte deixou-nos em breve instante nas trevas, escuridão sem Deus, mas logo iluminou com nova e infintamente radiante luz. A criação novamente viu seu ser regenerado em sua natureza por Aquele que a criou.

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