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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Novo ídolo para o panteão dos ateus

Depois de alguns anos sendo tido como um cientista físico que aceitava a possibilidade de uma força inalcansavél para a ciência ter dado o impulso inicial – o que viria antes do ponto zero no big bang –, ou seja, uma força equivalente a Deus. Quando ainda teorizava neste sentido, Hawking ainda estava chegando perto do conceito filósofico do “nada” enquanto ausência absoluta de qualquer espécie de matéria (isto inclui, ondas, magnetismo, micropartículas… o universo).

Sua inclinação para a participação essencial de Deus no big bang se pode abstrair de Uma nova história do tempo, escrito em conjunto com Leonard Mlodinow onde se pode ler o seguinte: “Seria muito dificil explicar por que o universo deveria ter começado exatamente desta maneira, exceto como o ato de um Deus que pretendia criar seres como nós” (O.c., pg. 80).

Mas recentemente Hawking se inclinou a teoria sem Deus, para o deleite intelectual dos ateus. Acaba de lançar mais um livro sobre a origem do universo em que afirma “não é preciso invocar Deus para uma centelha inicial pôr o universo em movimento” (The great design, 2010).

Ora, no mínimo este autor é contraditório em suas próprias teorias, mas o fato é que Hawking não consegue perceber que seu conceito do “nada” esta errado. Ele trata o “nada” como sendo uma ausência superficial, ou seja, no “nada” existe alguma coisa na recente teoria de Hawking pois senão seria impossível haver uma centelha a começar a origem. Ele, como a maioria dos físicos, não consegue admitir que o conceito do “nada” esta no campo filósofico e não no físico, visto que no campo físico sempre existiu e existirá algo.

O físico brilhante quase se aproxima de Deus por sua ciência, mas acaba se tornando mais ídolo para o panteão dos ateus.

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