Pular para o conteúdo principal

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡


Novo ídolo para o panteão dos ateus

Depois de alguns anos sendo tido como um cientista físico que aceitava a possibilidade de uma força inalcansavél para a ciência ter dado o impulso inicial – o que viria antes do ponto zero no big bang –, ou seja, uma força equivalente a Deus. Quando ainda teorizava neste sentido, Hawking ainda estava chegando perto do conceito filósofico do “nada” enquanto ausência absoluta de qualquer espécie de matéria (isto inclui, ondas, magnetismo, micropartículas… o universo).

Sua inclinação para a participação essencial de Deus no big bang se pode abstrair de Uma nova história do tempo, escrito em conjunto com Leonard Mlodinow onde se pode ler o seguinte: “Seria muito dificil explicar por que o universo deveria ter começado exatamente desta maneira, exceto como o ato de um Deus que pretendia criar seres como nós” (O.c., pg. 80).

Mas recentemente Hawking se inclinou a teoria sem Deus, para o deleite intelectual dos ateus. Acaba de lançar mais um livro sobre a origem do universo em que afirma “não é preciso invocar Deus para uma centelha inicial pôr o universo em movimento” (The great design, 2010).

Ora, no mínimo este autor é contraditório em suas próprias teorias, mas o fato é que Hawking não consegue perceber que seu conceito do “nada” esta errado. Ele trata o “nada” como sendo uma ausência superficial, ou seja, no “nada” existe alguma coisa na recente teoria de Hawking pois senão seria impossível haver uma centelha a começar a origem. Ele, como a maioria dos físicos, não consegue admitir que o conceito do “nada” esta no campo filósofico e não no físico, visto que no campo físico sempre existiu e existirá algo.

O físico brilhante quase se aproxima de Deus por sua ciência, mas acaba se tornando mais ídolo para o panteão dos ateus.

Comentários

Publicação mais visitada do site no último ano:

Objetos de Devoção