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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Vaticano: Ordem dos Templários define em Coimbra actuação

A Ordem dos Templários deverá definir esta semana as linhas gerais de atuação perante o Vaticano, face à «abertura manifestada» pela Igreja, em 2007, com a divulgação do pergaminho que absolve a organização de várias acusações.

O relacionamento da Ordem - com mais de 20 mil membros distribuídos por cerca de 50 países - e o Vaticano é um dos principais temas em discussão na reunião magna internacional, que começa na quinta-feira, em Coimbra, e decorre até sábado.

No IV Convento Geral, participam cerca de 250 templários, provenientes de quase 30 países, além de meia centena de acompanhantes, disse esta quarta-feira Claudino Marques, responsável da Comendadoria de Coimbra Rainha Santa Isabel, que organiza o evento em nome do Grão Priorado de Portugal. Fundada em 1118, a Ordem dos Templários foi suspensa no início do século XIV pela Igreja, sob a acusação de que «os seus membros cometiam todo o tipo de injúrias e insultos à Cruz», levando à fogueira o seu grande mestre, Jacques de Molay, explicou Claudino Marques.

Com a divulgação, em 2007, do «Documento de Chinon» veio a provar-se que, «afinal, a Ordem não tinha sido extinta mas suspensa e tudo aquilo de que era acusada era mentira», disse o comendador delegado. «Agora, está a decorrer um processo de abertura por parte do Vaticano. Estou esperançado de que da reunião saia uma posição de como vamos estar perante o Vaticano», afirmou Claudino Marques.

A Ordem possui um representante para os assuntos com o Vaticano e é dirigida há 50 anos pelo grão-mestre Fernando Pinto Fontes, que será homenageado durante o «Convento Geral» com um concerto prestígio pela Orquestra Clássica do Centro. Em 1942, a sede da Ordem foi transferida para Portugal, tendo atualmente um vasto espólio, cujo destino será abordado no encontro.

A localização da sede da Ordem dos Templários e de um museu que acolha o seu espólio é um dos temas da agenda, definida pelo grão-mestre. O programa compreende a investidura, no sábado, na Sé Nova de Coimbra, de cerca de 30 novos cavaleiros e damas, provenientes de Espanha, França e Portugal, que são submetidos, na véspera, a uma «velada das armas», uma espécie de meditação.

O encontro começa com uma receção na Câmara de Coimbra, onde Manuel Augusto Rodrigues, membro da Ordem, apresenta uma oração de sapiência intitulada «A Ordem do Templo ao Serviço da Europa e da Cristandade». A Ordem dos Templários «é uma organização independente, apolítica, religiosa, ligada ao cristianismo e, em particular, à Igreja Católica, mas que defende sempre uma visão ecuménica e o diálogo inter-religioso, de abertura a cristãos não católicos», disse Claudino Marques, também responsável do Bailiado das Beiras (que reúne várias comendadorias da região).

A Ordem dos Templários está presente em vários países da Europa, Ásia, África, América e Oceânia.

Diário Digital / Lusa

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=467039

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