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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

São Vicente Strambi e a Oração Mental

Para a formação espiritual dos seminaristas, insistia em dois pontos essenciais: a comunhão diária, numa época em que esse não era o costume, e a oração mental. Esta era fundamental na formação do apóstolo, isso de tal maneira que ele fazia exames não só do método da meditação, mas também de sua prática e dos frutos reais nela conseguidos. Sem oração mental não há verdadeiro sacerdote. Por isso, para auxiliar seus seminaristas e sacerdotes na prática desse indispensável meio de oração, escreveu várias meditações sobre os deveres do estado sacerdotal e sobre os Novíssimos (Morte, Juízo, Inferno e Paraíso).
Neste dia 24 de setembro comemora-se em toda a Igreja a memória de São Vicente Maria Strambi, missionário passionista (1745-1824). Como todos os santos ele merece ser lembrado como modelo de virtude e fé, especialmente pela fé na Igreja, algo que muito se enfraqueceu em nossos irmãos nestes tempos “modernos”.

Mas quero citar este santo pela sua dedicação especial aos seminaristas, ou seja, àqueles que se preparam para o sacerdócio. Na verdade, São Vicente como bispo fez algo que todo prelado deve fazer configurando nenhuma novidade no que este santo realizou. No entanto, sua insistência em um ponto chama muito a atenção: a oração mental.

Ele fez desta prática algo essencial juntamente com a comunhão diária para a formação do futuro sacerdote. E entendo a importância dada. Com a comunhão recebe-se o Corpo e o Sangue do Senhor em espécies, ou seja, de forma material recebemos o Senhor (forma excelentíssima de comunhão com Ele), mas em segundo lugar temos a oração mental como comunhão com o Senhor, pois nela se pode literalmente conversar com o Senhor, ter a intimidade que a oração vocal deixa a desejar por estar suscetível as interrupções do ambiente.

Através da oração mental se cria intimidade com o Senhor criando pouco a pouco uma convivência com Cristo e com isto pode o futuro sacerdote sair do seminário para a missão pastoral já ordenado com a intimidade necessária com Cristo, falando-Lhe e sendo ouvido, pedindo e sendo atendido. 
Não duvido que deste modo alguém possa chegar mais rapidamente a santidade!

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