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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

A Revolução Farroupilha nunca nos deixará

Já se passaram muitas décadas desde que nosso estado se aglutinou ao império nacional, deixando assim de ser considerado um estado “rebelde” que teimava em ser independente. Este derrota farroupilha longe de ser o fim de uma ideologia simplesmente marcou uma derrota numa batalha deixando claro que a “guerra” não havia acabado.

Então a Revolução Farroupilha não acabou?

De fato, creio que não, pois dentro de cada gaúcho marcado pelas tradições e que têm o orgulho inflamado ao falar de sua terra, deixa transparecer alguns resquisios deste sentimento que movimentou muitos a lutarem por uma revolução que na verdade nunca foi entendida direito pelo império de então.

Esta “revolução” somente merece ser considerada pela visão da afirmação como povo forte, aguerido, que não teme ter que trabalhar horas seguidas para conseguir sobreviver e ainda conseguir ser feliz. Ela deve ser entendida como sentimento de verdadeira revolta deste povo pela preguiça altruísta, ou seja, a pouquíssima vontade que alguém pode ter quando se trata de ajudar nosso próximo, nosso irmão.

Quando vemos tantos abalos na moral brasileira este povo, o gaúcho, pode se levantar como fez a muito tempo, reacendendo este sentimento que existe dentro dele para manifestar sua “revolta” contra este imenso povo patrício que no passado foram obrigados a se juntar e que agora são seus irmãos.

Digam o que quiserem, apaixonados por outras terras ou simplesmente críticos do nada, o gaúcho sabe e por isso ama sua terra, esta que teve coragem de se levantar e dizer que não aceitavam o que viam. Neste sentimento a Revolução Farroupilha nunca nos deixará.

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