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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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A Revolução Farroupilha nunca nos deixará

Já se passaram muitas décadas desde que nosso estado se aglutinou ao império nacional, deixando assim de ser considerado um estado “rebelde” que teimava em ser independente. Este derrota farroupilha longe de ser o fim de uma ideologia simplesmente marcou uma derrota numa batalha deixando claro que a “guerra” não havia acabado.

Então a Revolução Farroupilha não acabou?

De fato, creio que não, pois dentro de cada gaúcho marcado pelas tradições e que têm o orgulho inflamado ao falar de sua terra, deixa transparecer alguns resquisios deste sentimento que movimentou muitos a lutarem por uma revolução que na verdade nunca foi entendida direito pelo império de então.

Esta “revolução” somente merece ser considerada pela visão da afirmação como povo forte, aguerido, que não teme ter que trabalhar horas seguidas para conseguir sobreviver e ainda conseguir ser feliz. Ela deve ser entendida como sentimento de verdadeira revolta deste povo pela preguiça altruísta, ou seja, a pouquíssima vontade que alguém pode ter quando se trata de ajudar nosso próximo, nosso irmão.

Quando vemos tantos abalos na moral brasileira este povo, o gaúcho, pode se levantar como fez a muito tempo, reacendendo este sentimento que existe dentro dele para manifestar sua “revolta” contra este imenso povo patrício que no passado foram obrigados a se juntar e que agora são seus irmãos.

Digam o que quiserem, apaixonados por outras terras ou simplesmente críticos do nada, o gaúcho sabe e por isso ama sua terra, esta que teve coragem de se levantar e dizer que não aceitavam o que viam. Neste sentimento a Revolução Farroupilha nunca nos deixará.

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