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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A Revolução Farroupilha nunca nos deixará

Já se passaram muitas décadas desde que nosso estado se aglutinou ao império nacional, deixando assim de ser considerado um estado “rebelde” que teimava em ser independente. Este derrota farroupilha longe de ser o fim de uma ideologia simplesmente marcou uma derrota numa batalha deixando claro que a “guerra” não havia acabado.

Então a Revolução Farroupilha não acabou?

De fato, creio que não, pois dentro de cada gaúcho marcado pelas tradições e que têm o orgulho inflamado ao falar de sua terra, deixa transparecer alguns resquisios deste sentimento que movimentou muitos a lutarem por uma revolução que na verdade nunca foi entendida direito pelo império de então.

Esta “revolução” somente merece ser considerada pela visão da afirmação como povo forte, aguerido, que não teme ter que trabalhar horas seguidas para conseguir sobreviver e ainda conseguir ser feliz. Ela deve ser entendida como sentimento de verdadeira revolta deste povo pela preguiça altruísta, ou seja, a pouquíssima vontade que alguém pode ter quando se trata de ajudar nosso próximo, nosso irmão.

Quando vemos tantos abalos na moral brasileira este povo, o gaúcho, pode se levantar como fez a muito tempo, reacendendo este sentimento que existe dentro dele para manifestar sua “revolta” contra este imenso povo patrício que no passado foram obrigados a se juntar e que agora são seus irmãos.

Digam o que quiserem, apaixonados por outras terras ou simplesmente críticos do nada, o gaúcho sabe e por isso ama sua terra, esta que teve coragem de se levantar e dizer que não aceitavam o que viam. Neste sentimento a Revolução Farroupilha nunca nos deixará.

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