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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

“Extremismo ateu…”, espírito de Hitler

Sei que já deve fazer anos que existe, informação esta que desconheço, mas que importância a idade do absurdo quando sempre será absurdo?

Em recente viagem ao Reino Unido, Bento XVI teria mexido com os nervos dos ditos ateus ao mencionar que o ateísmo teria sido o “espírito” que levou o movimento nazista a fazer o que fez. Tudo sobre as bárbaries do nazismo durante a Segunda Guerra repulsa toda a humanidade hoje, a menos que alguém pense como o presidente do Irã! Esses ateus querem tirar a culpa de um sentido ateísta em Hitler pois os colocaria ao lado daquele impulsionar desta catastrofe, mas se descartamos o ateísmo como “espírito” do nazismo, o que então ficaria em seu lugar? Claro! A religião, o que para os ateus é muito conveniente, sempre acusar a religião – ópio do povo, como diria Neitische, aliás outro ateu.

Mas que é lunático em dizer que Hitler foi motivado por sentimento religioso, mesmo que fundamentalista?

Não sei se algum ateu teria essa coragem, mas não me surpreenderia em escutar ou ouvir alguém esbravejando: “Hitler matou pela religião…”.

Isso soaria como alguém querendo aplainar a história: “mais uma vez como as Cruzadas medievais e como a Guerra Santa do islamismo”.

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