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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

“Extremismo ateu…”, espírito de Hitler

Sei que já deve fazer anos que existe, informação esta que desconheço, mas que importância a idade do absurdo quando sempre será absurdo?

Em recente viagem ao Reino Unido, Bento XVI teria mexido com os nervos dos ditos ateus ao mencionar que o ateísmo teria sido o “espírito” que levou o movimento nazista a fazer o que fez. Tudo sobre as bárbaries do nazismo durante a Segunda Guerra repulsa toda a humanidade hoje, a menos que alguém pense como o presidente do Irã! Esses ateus querem tirar a culpa de um sentido ateísta em Hitler pois os colocaria ao lado daquele impulsionar desta catastrofe, mas se descartamos o ateísmo como “espírito” do nazismo, o que então ficaria em seu lugar? Claro! A religião, o que para os ateus é muito conveniente, sempre acusar a religião – ópio do povo, como diria Neitische, aliás outro ateu.

Mas que é lunático em dizer que Hitler foi motivado por sentimento religioso, mesmo que fundamentalista?

Não sei se algum ateu teria essa coragem, mas não me surpreenderia em escutar ou ouvir alguém esbravejando: “Hitler matou pela religião…”.

Isso soaria como alguém querendo aplainar a história: “mais uma vez como as Cruzadas medievais e como a Guerra Santa do islamismo”.

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