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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

São João Berchmans, Confessor

Natural da Bélgica, ingressou na Companhia de Jesus procurando em tudo ser um perfeito religioso. "Antes mil vezes morrer do que cometer o mais leve pecado ou transgredir uma regra da Ordem" era seu propósito. Destacou-se pela pureza e pela inocência de vida. Foi aluno brilhante e esforçado, modelar de todos os pontos de vista. Faleceu aos 22 anos.

 

Fonte: http://santoral-valderi.blogspot.com/2009/08/sao-joao-berchmans-confessor.html

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