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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Deploram confirmação de radical abortista como juíza de Corte Suprema dos EUA

Países onde os grupo pró-vida – diria também grupos “pró-humanidade” – devem ser cada vez maiores e mais fortes são justamente os que mais vêem estes movimentos se desenvolverem.

Fazendo analogia é como no início do cristianismo, quando os imperadores faziam de tudo para sufocar esta “seita” nascente. Nada adiantou!

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WASHINGTON DC, 07 Ago. 10 / 12:34 am (ACI).- Diversos grupos pró-vida nos Estados Unidos rechaçaram a confirmação de Elena Kagan, uma abortista radical que este sábado 7 de agosto será juramentada para converter-se em uma das juízes da Corte Suprema, logo depois de ter sido nomeada pelo Presidente Barack Obama.
O Senado confirmou a nominação de Kagan feita por Obama nesta quinta-feira 5 de agosto por 63 votos a favor e 37 em contra. O fato gerou a crítica de diversos grupos pró-vida nos Estados Unidos, como a da Dra. Charmaine Yoest, Presidente da Americans United for Life Action, quem considera que esta mulher de 50 anos "será um dos juízes que mais mova a agenda da Corte Suprema em direção ao aborto".
"É surpreendente que o Senado tenha votado para confirmar a senhora Kagan sem ter investigado completamente seu papel na manipulação de evidência médica durante o debate do aborto por parto parcial dos anos 96 e 97", acrescentou.
"Os americanos –disse logo– querem juízes imparciais e justos, e o impacto negativo da juíza Kagan será sentido nas seguintes décadas", referindo-se ao fato de que sua nomeação é vitalícia.
Por sua parte o Presidente do Family Research Council, Tony Perkins, alertou para o fato de que "Elena Kagan promoverá uma filosofia radical e uma história de manobras ao tribunal mais importante do país" e advertiu sua tendência a interpretar a Constituição de acordo às suas convicções anti-vida.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=19726

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