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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

“Defender matrimônio e família ante as tentativas de equiparação com outras realidades, pedem Bispos”

SAN JOSÉ, 09 Ago. 10 / 02:47 pm (ACI).- Ao concluir sua 100ª assembléia plenária e no marco do Ano Jubilar pelo 375º aniversário do achado da imagem de Nossa Senhora dos Anjos, a Conferência Episcopal da Costa Rica alentou a defender e promover o matrimônio e a família, alicerces da sociedade, e insistiu a não equipara-las com outras realidades que não têm sua mesma identidade.
Depois de fazer um chamado à conversão sincera, os prelados assinalam que "a família está no coração da missão da
Igreja. Por isso, este mês de agosto, sob o lema: ‘Família, presente de Deus para a sociedade’, a Igreja quer ajudar a reafirmar a identidade da família e fazê-la consciente de seu protagonismo na configuração da sociedade costa-riquenha".
"Como nos recordava o
Papa João Paulo II: ‘A família é uma comunidade de pessoas, a menor célula social, e como tal é uma instituição fundamental para a vida de toda sociedade. A família como instituição, que espera da sociedade? Acima de tudo que seja reconhecida em sua identidade e aceita em sua natureza de sujeito social’".
Por isso, explicam, "se o matrimônio e a família demandam ser o que são, não se deve equipará-los com outras realidades que não têm a mesma identidade".
Os
bispos apelam também "à criação de uma autêntica ‘política familiar’ que proteja a família, em sua unidade e integridade cuja instituição configuradora é o matrimônio entre um homem e uma mulher" e exortam a "que se promova, realmente, o papel da família como o sujeito social, possuidor de direitos inalienáveis".
Na mensagem os bispos também se referem ao desafio da violência em meio dos jovens e pedem ao Estado tomar responsabilidade no assunto para poder enfrentá-lo.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=19739

Comentários

Anônimo disse…
Todos pela família... isto devem fazer principlamente os católicos.
MÉXICO D.F., 10 Ago. 10 (ACI).-En un texto de respaldo al Arzobispo Primado de México, Cardenal Norberto Rivera Carrera, quien explicó que el fallo de la Corte Suprema es aberrante y que es abusivo llamar matrimonio a las uniones homosexuales que son además intrínsicamente inmorales, los pastores evangélicos unidos por México recordaron que el matrimonio sólo puede darse entre un hombre y una mujer.
En el texto con fecha 9 de agosto, los pastores saludan al Cardenal y se suman "al dolor que vive la Iglesia Católica en la Ciudad de México por el lamentable error histórico que ha cometido la Suprema Corte de Justicia de la Nación al avalar la unión entre personas del mismo sexo, equiparándola con el matrimonio entre hombre y mujer".
"Sin lugar a dudas, esta situación multiplicará el daño moral que sufre actualmente nuestra querida nación, pues repercute en el tejido social al afectar de manera grave el matrimonio y la institución familiar", explican.
Tras denunciar que diversos jueces y gobernantes "hacen de la patria lo que se les da la gana, olvidando que México es una nación mayoritariamente cristiana", los pastores cuestionan: "¿acaso estos juristas, que levantan la bandera de la no discriminación, no están discriminando y evadiendo el derecho de la mayoría que finca su fe y conducta social y familiar en creencias sólidas?"
Finalmente, el texto firmado por el pastor Eduardo Rangel Hernández, presidente del comité de enlace de Pastores Unidos por México, hace un llamado a las familias de México para que éstas "promuevan la formación de valores entre sus miembros; hablen cuidadosamente con sus hijos y manténganse alejados del mundo que da la espalda a Dios, pero no dejen de orar para que todos ellos logren la conversión hacia el Señor".

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