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O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

CMC: Livro I – Parte II – Capítulo II [n. 47]

Legislador e súditos

I. O legislador. 1. O supremo legislador é Deus.

De Deus procedem a lei natural e as leis divinas positivas. De Deus também desce o poder dos legisladores da Igreja e do Estado.

2. Os legisladores eclesiásticos para a Igreja universal são o Papa e os Concílios ecumênicos convocados por ele.

Os concílios plenários e provinciais podem dar leis para seus territórios (can. 291), os bispos para as suas dioceses (cc. 335-362), os vigários e prefeitos apostólicos (can. 294 § 1), os abades e os prelados nullius (can. 323 § 1) nas mesmas condições; nas comunidades religiosas clericais isentas possue este direito, ao menos, o cabido geral, para os súditos da ordem (can. 501).

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