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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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CMC: Livro I – Parte II – Capítulo II [n. 47]

Legislador e súditos

I. O legislador. 1. O supremo legislador é Deus.

De Deus procedem a lei natural e as leis divinas positivas. De Deus também desce o poder dos legisladores da Igreja e do Estado.

2. Os legisladores eclesiásticos para a Igreja universal são o Papa e os Concílios ecumênicos convocados por ele.

Os concílios plenários e provinciais podem dar leis para seus territórios (can. 291), os bispos para as suas dioceses (cc. 335-362), os vigários e prefeitos apostólicos (can. 294 § 1), os abades e os prelados nullius (can. 323 § 1) nas mesmas condições; nas comunidades religiosas clericais isentas possue este direito, ao menos, o cabido geral, para os súditos da ordem (can. 501).

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