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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Saramago, com asas sem querer voar

Motivado pelo meu grande apresso pela obra deste escritor e sempre tendo um sentimento de indignação por saber que tinha todos as qualidades para alçar vôo a Deus, escrevo uma reflexão sobre a produção literária e a chance perdida por Saramago.De infância pobre José Saramago sempre demonstrou forte inclinação a vida de escritor, passando por uma experiência como jornalista, sempre escrevendo conseguiu chamar a atenção para sua obra. As vezes abordava temas controversos ou que demonstrava a desorientada concepção que tinha sobre temas religiosos, principalmente, mas sem deixar de escrever de modo excelente. Mesmo livros como O evangelho segundo Jesus Cristo e o recente Caim, apesar de seu conteúdo que manifesta grande desconhecimento dos meandros da teologia e da história da Igreja, seu modus literário cativa as mentes para o mundo dos textos. O grande mérito de Saramago, sem nenhuma objeção foi levar consigo a língua portuguesa ao destaque no cenário literário mundial, dito isto, não vejo vejo nenhum exagero em o igualar a Salinger – falecido também este ano, escritor de O Apanhador do Campo de Centeio – principalmente no talento inegavelmente explícito.
Este lugar de destaque de Saramago o levou inevitavelmente ao sucesso almejado pela maioria dos escritores. Nunca tivemos um escritor de língua portuguesa, depois Camões e Padre Antonio Vieira, com tanta aclamação no mundo literário, algo que culminou em um Prêmio Nobel de Literatura em 1998.
Com tanta aprovação pelo percurso sofrido e com tanto talento não posso pensar em outra coisa a não ser o de como este escritor teve oportunidade para alçar vôo até o nível dos magnos escritores e como teve a possibilidade de alcançar o mundo divino a que estes magnos escritores podem chegar. Saramago poderia se igualar a Agostinho, por exemplo, talvez não em santidade e sabedoria teológica, mas em abertura a inspiração divina para aliar a seus textos. Nada seria mais glorioso a Saramago se pudesse contar com aquela inspiração divina que somente os tementes a Deus podem obter, jamais o ateus.



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