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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Atualizadas as normas sobre os delitos graves na Igreja

IMPORTANTE:

Videos H2O news - logo A Congregação para a Doutrina da Fé publicou a atualização das chamadas Normas sobre os delitos mais graves, aprovadas por Bento XVI em 21 de maio e relativas ao conjunto de providências que permitem ao organismo vaticano intervir nos casos de delitos cometidos contra os Sacramentos da Eucaristia e da Penitência e nos casos de abuso sexual contra menores. Na atual revisão, muda também a pena para este tipo de delito, que passa de 10 a 20 anos e pode ser prorrogado para além deste limite. Significativo foi equiparar o abuso contra pessoas com limitado uso da razão àquele sobre menores. Introduz-se o delito de 'pedopornografia', compreendido como a aquisição, detenção ou a divulgação por parte de um sacerdote de imagens pornográficas tendo como objeto menores de 14 anos. As Normas reiteram o princípio do caráter confidencial dos processos, para tutelar a dignidade de todas as pessoas envolvidas.

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