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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

“Padre volta para África com 45 mil livros”

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A devastação da guerra é sempre maior do que se pode imaginar.

A frase “na guerra a primeira coisa que se perde são os livros…”, isto é evidente de acordo com a menmtalidade do povo que domina – as vezes gente da própria nação –, de que interessa a estes a educação e ainda mais, a cultura em geral?!

É por isso que fica tão difícil a reconstrução daqueles povos aleijados pela guerra, por não haver interesse nos “livros” para tal reconstrução.

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Depois de sete anos morando em Pelotas, o padre Martinho Kavaya volta para a Angola com um contêiner repleto de material que irá ajudar a reconstruir escolas, destruídas pela guerra em seu país: mais de 45 mil livros arrecadados durante quatro meses de intensa campanha que mobilizou a comunidade da região irão beneficiar o município de Ganda, onde vivem cerca de 400 mil habitantes. Além dos livros, foram doadas classes escolares.

Na manhã desta sexta-feira (16), eu acompanhei o trabalho do Exército, que auxiliou no carregamento da carga em um caminhão. Daqui, o material segue para o porto de Rio Grande, de onde será levado de navio até a Angola.

O padre, que é muito querido e vai deixar saudades por aqui, me falou que na guerra a primeira coisa que se perde são os livros, o exército coloca fogo em tudo. Durante uma guerra ninguém quer que o povo tenha cultura e conhecimento. Padre Martinho me falou também que viu muitos parentes e amigos morrerem na guerra.

-Vi meu avô e minha avó serem decapitados na minha frente quando era criança, e prometi que mudaria meu país através da educação. Vim para Pelotas para estudar e me formei em duas faculdades, agora é a hora de voltar. Somente Deus para agradecer por mim o que o povo de Pelotas está me dando.

Aqui adquiri conhecimento através de duas faculdades e estou levando conhecimento através de livros.

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