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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo III [nn. 26-28]

26. V. O hábito. É a facilidade e a espontaneidade de agir, adquirida pela repetição dos mesmos atos.

Há hábitos que causam alteraçõe no organismo (p. e. a embriaguez) e outros que não produzem estes efeitos.

27. 1. Os hábitos dividem-se em naturais e morais.

Os primeiros formam-se sem que o agente reflita no influxo deles sobre a parte moral; ou, ao menos, persistem contra a vontade. Os últimos, pelo contrário, são adquiridos livremente e concientemente alimentados.

28. 2. Influxo na imputabilidade.

  • Quem se esforçar seriamente por se desfazer do mau hábito, não peca praticando o ato habitual sem advertir atualmente na malícia dele.
  • Quem não se esforça por se desfazer do mau hábito, apesar de ter a consciência da obrigação de fazê-lo, peca todas as vezes que se lembra disso e não o faz; mas não peca no momento em que pratica o ato habitual sem pensar na malícia dele.

O pecado é indiretamente voluntário (cf. n. 13).

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