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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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“CRISTIANISMOS ADAPTADOS”

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Estou lendo um livro que foi lançado logo após a eleição do cardeal Joseph Ratzinger ao trono pontifício intitulado Bento XVI: Questões de fé, ética   e pensamento na obra de Joseph Ratzinger, nele encontro verdadeira coletânea de preciosidades não somente sobre o pensamento de um grande teólogo cristão, mas uma clara exposição do ensinamento da Igreja sobre muitos pontos. Um BENTO XVI 017deles esta íntimamente ligado ao tema neste texto. Nas palavras do então cardeal encontro eco desta explicação que tento dar. Depois do concílio ficou aberta a janela da liberdade para “fazer” teologia, mas o erro de muitos desde então é e foi o de não saber diferenciar o depósito da fé do que a suposta teologia trazia a luz. Então surgiu aqueles que “esbravejavam” suas teorias como tão superiores em clareza que deveriam suprir certos pontos magisteriais da Igreja, pontos que na verdade fazem parte do Magistério da Igreja e da Tradiçao, além de menosprezar sorrateiramente o esforço doutrinal dos padres da era patrística.

Não fica muito difícil alcançar com o pensamento a tragédia que estas atitudes calzaram.

Hoje temos pessoas pelo mundo dizendo que são cristãs e nada sabendo do que a doutrina da Igreja (que elas professam) defende. E quando alguém ou algo provoca a intervenção da Igreja, fazendo com que ela esclareça determinado ponto do magistério, elas ficam contra esta Igreja (que elas professam!).

Por que esta reação?

[continua]

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