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O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo I [n. 9]

3. Voluntariado em si ou voluntariado em causa (direto ou indireto): no primeiro caso quer-se a coisa em si mesma, no segundo não se quer em mesma, mas tão somente se permite por estar ligada indissoluvelmente ao ato ou à omissão voluntária em si.

O que se quer como meio, é voluntário em si, por exemplo, matar a criança para salvar a mãe.

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