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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Santo Agostinho, agora nas telas do cinema

Após a projeção de uma prévia do filme "Agostinho, o Declínio do Império Romano" ("Augustine, The Decline of the Roman Empire")", sobre a vida do Doutor da Igreja, Santo Agostinho, Bento XVI comentou que "nós não podemos encontrar sozinhos a Verdade, mas a Verdade, que é Pessoa, nos encontra" (...).

[Bento XVI] afirmou que o filme "representa toda a realidade da vida humana, com todos os problemas, as tristezas, os insucessos, bem como o fato de que, ao final, a Verdade é mais forte que qualquer obstáculo e encontra o homem" (...). [ver na integra]


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COMENTÁRIO
Será que aqui no Brasil veremos este filme?
Considero muito difícil, senão improvável, que nós brasileiros tenhamos oportunidade de nos deliciar com esta que parece ser uma ótima produção sobre a vida deste admirável santo e exímio teólogo.
É trágico pensar assim, mas o que vejo é isso, enquanto que um filme sobre o fundador do luteranismo e cismático da Igreja Católica é em poucos dias exibido em terras de Santa Cruz, filmes de interesse não só religioso mas filosófico e até teológicos são deixados em ultimo lugar na lista de interesses cinematográficos para exibi-los no Brasil, para nós pobres mortais desejosos e necessitados de verdadeira sabedoria, coisa que com sua vida transmitiu Agostinho.
Agora, no que parece ser o auge do cinema mundial, é louvável que se movimentem alguns para realizar um longa sobre a vida de tão ilustre defensor da doutrina cristã.
Claro, não surgiu no Brasil, Terra de Santa Cruz!

Pax Christi

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