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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A paixão de torcedor

De onde provêm a paixão por um time?
Esta pergunta é daquelas que não merece uma resposta qualquer, até porque a resposta não é fácil de dar, se é que se consegue algo como resposta.
Primeiro, antes de qualquer coisa, perceber que qualquer paixão nasce de uma entrega total e opcional de cada um a determinada coisa ou pessoa. Pensando nisso se torna relativamente fácil imaginar que ao se tratar de um time é mais evidente ainda a opção pessoal de entrega. Cito meu próprio exemplo. Nascido no Paraná poderia tranquilamente torcer por algum time deste estado, que se diga de passagem que são times razoáveis. Mas optei, por várias situações ao longo da infância e adolescência, torcer pelo Grêmio. Algo que muito ajudou foram meus colegas que torciam ou para o Internacional ou para o Grêmio. De paciência esgotada por não poder me incluir nestes grupos quando se tratava de futebol, virei gremista.
Creio que o segundo passo é este, necessidade de inclusão. Se incluir em determinado grupo faz com cada pessoa comece um novo relacionamento social, que ela talvez nem perceba. Mas ao estar incluída em uma torcida que tem a mesma “paixão”, sente-se confortada e segura, pois existem muitos mais que compartilham do seu “ideal” ou “paixão”, e isto a deixa tranqüila e cada vez mais “necessitada” desta outra “família” que ela mesma gerou ou buscou!
Então vou mais além. Depois de satisfatoriamente feliz e com a certeza de que conseguiu encontrar “seu lugar” – esse é outro assunto que merece uma palavra mais adiante – também começa a dar pequenas investidas em outros, não para paquerar alguém (como fazem os jovens nas festas noturnas), mas caçoando deles quando sua “paixão” esta aveludada de alegria com uma vitória! Claro que nem sempre isto é possível, mas sempre que se pode esta lá, fazendo isso, irracionalmente pode-se julgar, mas... torno-se parte do viver do torcedor!


Pax Christi

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