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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O sacerdote e a Santa Missa – IV*

Offerimus pro ecclesia tua sancta catholica (Cânon Romano).

Recordamo-nos da imagem da Igreja que o Cânon revela. O sacerdote celebrante a ela se refere na presença de Deus: Offerimus pro ecclesia tua sancta catholica (Cânon Romano). Quer dizer: o sacerdote oferece, representado a Igreja universal. É, por conseguinte, o órgão da “Igreja católica”. O sacerdote deve estar consciente de que a graça especial da Santa Missa não lhe foi concedida particularmente para ele próprio, mas em favor da Igreja. Nisto se manifesta bem lúcida a antiqüíssima sentença: Nemo fit sibi sacerdos: Ninguém se faz sacerdote para si próprio. A mesma verdade proclama São Paulo: todo o sumo sacerdote é instituído em favor dos homens (Hb 5, 1).
No mesmo sentido devemos compreender a palavra seguinte: “Una cum”. Só a uniao na caridade com o Papa, com o Bispo e com o episcopado universal dá ao sacerdote o direito de celebrar o grande ágape. Em qualquer circunstância, o celebrante é representante da hierarquia universal. Já na ordenação sacerdotal o Bispo o incutiu, dizendo aos ordenados: “sois escolhidos para auxiliares dos Bispos católicos... Para nosso auxílio, por eleição dos irmãos, sois promovidos às ordens sacras” (Pontifical Romano de Ordenações Presbiterais, Exortação). No prefácio da ordenação sacerdotal, o Bispo declara-os sacerdotes auxiliares nas fraquezas dos antístites, sem os quais, não podem estes cumprir sua tarefa; declara-os colaboradores, estabelecidos pela providência, “que ocupam o segundo graus do sacramenmto da Ordem”. Cada sacerdote, também o regular, celebra sua Missa em nome do Bispo e está no altar como legado do Papa. Todo o sacerdote, na celebração da Santa Missa, é procurador das missões e toma a peito os interesses da Igreja nas terras remotas das missões. O Bispo coloca nas mãos do neo-sacerdote o sagrado cálice dizendo: “accipe potestatem offere”. Espiritualmente se renova esta cena em cada Santa Missa. Ainda que o poder de oferecer se derive, independentemente do caráter sacerdotal, o direito de oferecer baseia-se na união com a hierarquia.
Ao entender-se a palavrinha “pro” no sentido de “representado”, não podemos esquecer o sentido próprio de interceder. (...)
“Nemo fit sibi sacerdos”. O sacerdote, na celebração eucarística, representa a Igreja universal e suplica por toda a Santa Igreja.
Nisto descobrimos uma definição do sacerdócio: Ele é a mão da Igreja! (...) O sacerdote em sua função sacerdotal, por si próprio, não é nada; é NINGUÉM! Só na união com a Igreja ele cresce, sobressaindo-se aos outros. Toda a dignidade e toda a glória da Igreja nele se concentram, na hora da celebração da santa Missa. Por si só, o sacerdote continua pequenino. Seu valor vem da união com a Igreja. É a mão suplicante e ofertante da Igreja.
(...) Por conseguinte, o sacerdote está na linha divisória entre a felicidade do céu e o sofrimento desta terra. Na celebração eucarística ele se encontra no meio, entre este mundo e o além (...).


Pax Christi

*Cf. Meditando a Santa Missa, de Theodor Schnitzler. Ed. Paulinas, 1964. Págs. 262-264.

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