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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O sacerdote e a Santa Missa – III

No CEC (II parte, II seção, Art. 3) encontramos o magistério sobre este sacramento da Eucaristia. Dentre os sete pontos em que este assunto está dividido faço uso de dois para escrever, por coincidência – ou não – o primeiro e o ultimo.
A Eucaristia – fonte e ápice da vida eclesial.
A Eucaristia – “penhor da glória futura”.
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A Eucaristia – fonte e ápice da vida eclesial.
A vida eclesial nutre-se da Eucaristia, pois ela é communio, comunhão de todos aqueles que querem seguir a fé que é a mesma dos demais, então a eucaristia une estes numa mesma família.
Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa (Presbyterium Ordinis 5 in CEC 1324).
O sacerdote é o primeiro que deve saber disso. Ele é o “porta-voz” desta verdade e vivenciador da mesma. Se Cristo é a razão do sacerdote, como algum sacerdote não possa admitir que tudo o que se faça em honra deste Cristo-Eucaristia se realize? Vemos muitos – e falo de muitos mesmos – que não tem mais a Cristo-Eucaristia como objetivo-modelo de suas vidas. Trocaram a Eucaristia por “teorias” teológicas que supostamente seriam “desenvolvimento” de algum dogma, ou de algum sacramento, que diria ser “abuso” senão absurdo levar Cristo as ruas, adorar a Cristo publicamente, ou simplesmente, orar a Cristo Eucarístico com a desculpa de que basta um simples crucifixo que nem crucificado têm!
A comunhão de vida com Deus e a unidade do povo de Deus, pelas quais a Igreja é ela mesma, a Eucaristia as significa e realiza. Nela está o clímax tanto da ação pela qual, em Cristo, Deus santifica o mundo, como do culto que no Espírito Santo os homens prestam a Cristo e, por ele, ao Pai (Congregação dos Ritos, instrução Eucharisticum mysterium, 6: AAS 69 (1967) 539-573 in CEC 1325).
Finalmente, pela Celebração Eucarística já nos unimos à liturgia do céu e antecipamos a vida eterna, quando Deus será tudo em todos (1Cor 15,28 in CEC 1326).

A Eucaristia – “penhor da glória futura”.
Se a Eucaristia é o memorial da Páscoa do Senhor, se por nossa comunhão ao altar somos repletos “de todas as graças e bênçãos do céu” (MR, Cânon Romano: Supplices te rogamus), a Eucaristia é também a antecipação da glória celeste (CEC 1402).
Quando da última ceia, o Senhor mesmo dirigia o olhar de seus discípulos para a realização da Páscoa no Reino de Deus: “Desde agora não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco beberei o vinho novo no Reino de meu Pai” (Mt 26, 29). Toda vez que a Igreja celebra a Eucaristia lembra-se desta promessa, e seu olhar se volta para “aquele que vem” (Ap 1, 4 in CEC 1403).
“Expectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Jesu Christi (Embolismo do Pai Nosso in CEC 1404)”.
Desta grande esperança, dos céus novos e da nova terra nos quais habitará a justiça, não temos penhor mais seguro, sinal mais manifesto do que a Eucaristia. (CEC 1405).

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