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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O sacerdote e a Santa Missa – II



Sem querer minimizar o imenso e profundo conteúdo reflexivo que a Carta aos Hebreus possui sobre o sacerdócio, apego-me a esta afirmação extraída pelo hagiógrafo do Antigo Testamento (Sl 110, 4), para refletir sobre a indelével marca do sacerdócio e conseqüentemente sua relação de vida em relação a Santa Missa. Hb 5,6: Tu és sacerdote para éon, segundo a ordem de Melquisedec. Hb 7,17: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. Hb 7,21: O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre...

Esta “marca” indelével colocada com o sacramento da ordem no candidato ao ministério sacerdotal, como a definição mesmo diz, não pode ser apagada, ou seja, uma vez assinalado pela sagrada unção a têm para sempre, nada ou ninguém a pode tirar. Os sacerdotes são indelevelmente “marcados” para uma vida que os configura a partir do ato sacramental, que é realizado através de uma unção e transmissão do múnus sacerdotal ministerial que o bispo possui. Deste modo, não se recebe um “serviço”, como se receberia uma missão a realizar qualquer, se é con-figurado, é a vida da pessoa candidata ao sacerdócio que acaba recebendo uma figura nova, a de Cristo. Por isso se pode dizer que ele age in persona Christi no seu ministério, porque sem essa configuração (nova) ele não poderia agir assim.
Mas como não se trata de um simples serviço no qual eu me dedico e depois vou embora, tudo o que corresponde à configuração permanece agora e sempre para sempre. Sou sempre sacerdote! Em todos os instantes, tu és sacerdote para sempre... e nada pode mudar isso, nem os pecados nem as escolhas adversas ao estado sacramental recebido.
E a missa? Parece-me claro a relação da Santa Missa na vida do sacerdote, tendo isso que escrevi: tudo o que você, sacerdote, fala durante a Santa Missa, SEJA sua atitude depois do Ite missa est. Tudo o que a Santa Missa reza em sua liturgia seja vivido por você, sacerdote, a começar pela batida no peito dizendo, mea culpa, mea culpa...


Pax Christi

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