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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

HISTORIADOR DIZ : "IGREJA CATÓLICA NEGOCIOU COM REGIME FACISTA PELOS JUDEUS!"

Autor: Agência SIR
Fonte: http://www.verbonet.com.br/conteudo/article.php?story=20090605113159386

Roma (Itália), 05 jun (SIR) - A Igreja Católica negociou, em 1938, uma redução das leis raciais promulgadas pelo regime fascista italiano contra os judeus, afirmou o historiador jesuíta italiano Giovanni Sale. Em um artigo que aparecerá na próxima edição da revista dos jesuítas italianos, Civiltà Cattolica, o historiador sustenta que a Igreja trabalhou para obter do governo fascista algumas concessões a favor dos judeus católicos e dos casamentos mistos. Aplicar as leis raciais, afirma o jesuíta, não foi fácil para o governo, que chegou a pedir aos católicos, sem obter resultado algum, que as aprofundassem e "as harmonizassem com o patrimônio religioso". Essa conciliação foi considerada impossível, o que deu lugar a uma difícil missão para Pio XI, principalmente no que diz respeito aos matrimônios mistos, mas depois da eleição de Pio XII (março de 1939), "as relações entre as duas autoridades foram menos tensas e menos contraditórias", disse Sale. Segundo o historiador, não foi uma amenização das leis, mas sim uma "nova política de pequenos passos em matéria racial" que deu seus frutos, embora "sobre o tema dos matrimônios mistos as duas autoridades bateram de frente durante um longo período".

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