Pular para o conteúdo principal

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡


O BOM PASTOR III

O ser humano é muito engraçado. Poderia ir mais longe dizendo que aqueles poucos que se dizem portadores da missão de levar todos a praticarem as virtudes, quase sempre caem na besteira de não exercer tais virtudes em sua vida.
Trago a memória aquela cena do filme “O bom pastor”, em que padre O’Malley está tentando modificar o pensamento de uma jovem que foi levada a ele, não através de conservadores métodos que por vezes (e diria que muitas vezes) só afastam ou passam um verniz nas almas. Mas tentava primeiramente cativar a confiança da moça através da música.
Até que aparece o padre Fitzgibbon e de subido com ar de “eu sou o pároco e mando”, quer saber o que se passa e começa a retrair a moça que já estava se deixando confiar no padre O’Malley.
Aqui esta um desses erros que falava: este padre zela em seu discurso por algo que o jovem padre também zela, mas o meio (método) de passar este zelo – a começar pela expressão facial – age como obstáculo para que as pessoas possam enraizar tudo o que fala.
Isto me faz recordar uma homilia que ouvi estes dias de um padre na festa de São Pedro e São Paulo, falou grande tempo em sua homilia, mas somente “repetiu” o evangelho. Ou seja, não extraiu nada de novo ou essencial para as pessoas ouvirem e assimilarem. Ora, quase todos são bons de ouvidos, não se precisa repetir o evangelho!
Oxalá, os fiéis perdoem os padres por estas faltas de profundidade.

Pax Christi

Comentários

Publicação mais visitada do site no último ano:

Objetos de Devoção