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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O BOM PASTOR III

O ser humano é muito engraçado. Poderia ir mais longe dizendo que aqueles poucos que se dizem portadores da missão de levar todos a praticarem as virtudes, quase sempre caem na besteira de não exercer tais virtudes em sua vida.
Trago a memória aquela cena do filme “O bom pastor”, em que padre O’Malley está tentando modificar o pensamento de uma jovem que foi levada a ele, não através de conservadores métodos que por vezes (e diria que muitas vezes) só afastam ou passam um verniz nas almas. Mas tentava primeiramente cativar a confiança da moça através da música.
Até que aparece o padre Fitzgibbon e de subido com ar de “eu sou o pároco e mando”, quer saber o que se passa e começa a retrair a moça que já estava se deixando confiar no padre O’Malley.
Aqui esta um desses erros que falava: este padre zela em seu discurso por algo que o jovem padre também zela, mas o meio (método) de passar este zelo – a começar pela expressão facial – age como obstáculo para que as pessoas possam enraizar tudo o que fala.
Isto me faz recordar uma homilia que ouvi estes dias de um padre na festa de São Pedro e São Paulo, falou grande tempo em sua homilia, mas somente “repetiu” o evangelho. Ou seja, não extraiu nada de novo ou essencial para as pessoas ouvirem e assimilarem. Ora, quase todos são bons de ouvidos, não se precisa repetir o evangelho!
Oxalá, os fiéis perdoem os padres por estas faltas de profundidade.

Pax Christi

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