Pular para o conteúdo principal

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

DOM DO SACERDÓCIO


Nosso Senhor com sua gloriosa encarnação trouxe-nos a Salvação tão necessária ao homem – a natureza humana -. Mas certamente repassando a vida extremamente curta que teve Nosso Senhor entre nós, observamos as várias coisas que falou e fez que resultaram nos atos sacramentais que hoje perduram também por Seu mandado. O mais precioso e causador de fervorosas discussões certamente é o sacerdócio. E neste texto tomo a liberdade de falar apenas do sacerdócio ministerial sem menosprezar ou deixar de lado o dito sacerdócio comum.
O saudoso papa João Paulo II em um de seus livros trouxe como título da obra “Dom e Mistério”, onde justamente falava desse sacramento, o sacerdócio. Muitos hoje se consideram guardiões ou espertos neste assunto. Mas pergunto-me apenas uma coisa: tudo isso que falam do sacerdócio – que às vezes resulta em calhamaços de folhas – responde a tudo? O amado Santo Cura D’Ars já respondeu a esta pergunta. Claro que não! Este dom de Deus é um mistério. E como mistério por acaso não irá ele se manifestar em cada um que o recebe com “forma” diferenciada dos demais? Com simples palavras podemos manifestar o que “sentimos” – não no sentido de ser superficial – sobre este mistério já que NUNCA o poderemos compreender completamente.
O sacerdócio ministerial é um braço de Cristo que está estendido pelos tempos a todos e a cada um de nós. Ser sacerdote então é ser este braço de Cristo, onde atingimos a todos, pelo contrário não somos braços de Cristo, somos outra coisa! Quando vemos padres nas paróquias falando sorridentes para uns e ignorando a outros, podemos dizer com certeza que este padre não esta sendo braço de Cristo! É difícil para ele atender a todos? Mas ser padre é difícil! E quem não quer assumir esta dificuldade então não deve ser ou continuar sendo padre.
Claro que não pretendo falar da vocação, sobre isto falo mais tarde. Mas o sacerdócio como sacramento foi instituído por Cristo para tornar sua presença viva pelos tempos a todos.
Segundo a longa sabedoria da Igreja o sacerdócio é chamado de alter Christus, ipse Christus. Então logo penso: então ao menos o padre deve ser alguém que transparentemente tenta se aproximar da conduta de Cristo. Falo de coerência sacerdotal! Algo que ao longo da historia da Igreja e na vida de muitos “curas” não temos. Coerência não deveria ser algo inerente à vida sacerdotal? O que acontece então?
Com algumas reflexões pessoais, quero falar destes pontos que me incomodam e fazem pensar.
Sacerdócio, mistério.
Sacerdócio, braço de Cristo.
Sacerdócio: tornar presente Cristo.
Sacerdócio: coerência?
E outros que podem surgir. Mas nada do que se pode falar do sacerdócio pode diminuir este sacramento dado aos homens como dom e mistério.

Pax Christi

Comentários

Publicação mais visitada do site no último ano:

Objetos de Devoção