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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sobre a dificuldade de receber

Tenho conhecido muitas pessoas que se preocupam com os outros, que são extremamente generosas na hora de dar e que encontram um profundo prazer quando alguém lhes pede um conselho ou apoio. Até aí tudo bem - é ótimo fazer o bem ao próximo.
Entretanto, conheço poucas que são capazes de aceitar algo - mesmo quando lhes é dado com amor e generosidade. Parece que o ato de receber faz com que se sintam numa posição inferior, como se ganhar alguma coisa fosse indigno. Pensam: "se alguém está nos dando algo, é porque somos incompetentes para consegui-lo com o próprio esforço". Ou então: "a pessoa que me dá agora, um dia irá cobrar com juros". Ou o que é pior: "eu não mereço o bem que me querem fazer". Por que agimos assim? Porque nos custa entender que este universo é feito de dois movimentos. O primeiro é a expansão, o rigor, a disciplina, a conquista. O segundo é a concentração, a meditação, a entrega. Basta consultar o nosso coração - e não é à-toa que o coração sempre foi identificado como o símbolo da vida -para compreender que são estas as duas energias que o fazem bater, contrair-se e expandir-se no mesmo ritmo. As inúmeras estrelas do céu estão emitindo luz, mas simultaneamente estão sugando tudo à sua volta, naquilo que é conhecido pelos físicos como força da gravidade. Assim, os atos de dar e de receber, embora sejam na realidade opostos, fazem parte do mesmo e contínuo movimento. Não é melhor quem dá com generosidade, nem é pior quem recebe com alegria. O amor é fruto destas duas coisas, e uma pequena história ilustra bem o que quero dizer:
Um lenhador, acostumado ao árduo trabalho de derrubar árvores, terminou se casando com uma mulher que era exatamente o seu oposto: delicada, suave, capaz de fazer lindos bordados com seus dedos gentis. Orgulhoso de sua esposa, ele passava o tempo todo na floresta, fazendo o seu trabalho, para que nada faltasse em casa. Viveram juntos por muitos anos, tiveram três filhos - que cresceram, estudaram, se casaram e foram viver em lugares distantes, como, aliás, acontece na maioria das vezes. O casal continuava na mesma cabana, mas enquanto o homem se sentia cada vez mais forte por causa do seu trabalho, a mulher começava a definhar. Seu estado de saúde agravou-se de tal maneira, que já não se levantava mais da cama. O marido já não sabia o que fazer. E uma noite começou a chorar:Não me deixe - dizia, soluçando.- Eu preciso de você!O brilho nos olhos da mulher pareceu retornar:- E só agora está me dizendo isso? No momento em que nossos filhos cresceram e partiram, eu senti que minha vida tinha perdido o sentido. Você sempre foi tão independente!- Eu tinha vergonha de receber o seu amor. Sempre achei que não merecia tudo o que você fazia por mim.
A partir deste dia, a mulher voltou a se recuperar, retornou a andar pela floresta e a fazer seus bordados. Sua vida voltara a ter sentido porque alguém precisava dela. Ela era capaz de receber a melhor coisa que uma pessoa podia dar: o seu amor.

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