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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Diferença entre Igreja e outra agência humanitária, segundo Papa


A presença do Espírito Santo, declara
CIDADE DO VATICANO, domingo, 31 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A Igreja Católica, não é uma agência humanitária nem uma instituição social, explicou Bento XVI neste domingo de Pentecostes. “A alma da Igreja é o Espírito Santo”.
Assim explicou o pontífice ao meio-dia, ao rezar a oração mariana do Regina Caeli junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro no Vaticano, após ter celebrado a missa da solenidade. 

O bispo de Roma explicou que em Pentecostes, a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos no Cenáculo, após a ascensão de Jesus ao céu, constitui “o mistério de seu próprio nascimento [da Igreja]”. 
“O Espírito Santo – declarou– , que com o Pai e o Filho criou o universo, que guiou a história do povo de Israel e falou por meio dos profetas, que na plenitude dos tempos cooperou para nossa redenção, em Pentecostes desceu sobre a Igreja nascente e a torna missionária, enviando-a a anunciar a todos os povos a vitória do amor divino sobre o pecado e sobre a morte”. 
“O Espírito Sanot é a alma da Igreja”, afirmou falando da janela de seu apartamento e perguntou. “Sem Ele a que ficaria reduzida?”. 
“Seria certamente um grande movimento histórico, uma complexa e sólida instituição social, talvez uma forma de agência humanitária", respondeu. 
“E, na verdade, é assim que a veem quantos a consideram fora de uma ótica de fé”, continuou dizendo. 
Contudo, disse, “em sua verdadeira natureza e também em sua autêntica presença histórica, a Igreja é incessantemente plasmada e guiada pelo Espírito Santo de seu Senhor. É um corpo vivo, cuja vitalidade é justamente fruto do invisível Espírito divino”. 
O pontífice concluiu desejando que “De modo particular, sintam a presença confortadora do Paráclito as comunidades eclesiais que sofrem perseguição pelo nome de Cristo”. 

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